Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Noite de quinta-feira e algumas gafes!

Boa tarde! 

Eis que ontem à noite fui atender a um novo cliente. Chegando ao hotel me flagrei que esqueci de pegar os preservativos! Pode isso, gente?! Quase que me demito da posição de acompanhante! ... Risos... Mente demasiado assoberbada em função da escrita! 
Enfim, me senti péssima: cliente novo, eu já estava constrangida porque minha depiladora mandou eu esperar um pouco mais para me depilar e eu odeio pelos um pouco crescidos, e ainda faço essa vergonha! Ele terminou pedindo para o hotel e não tardou para eles trazerem, neste ínterim conversamos um pouco. Ele bastante sério, nem próximo a mim sentou-se. A situação vexamosa não saía da minha cabeça, até que o cidadão  do hotel trouxe as benditas camisinhas. 
Sempre achei o Bonaparte um péssimo hotel, tem até uma espécie de zoninha terrível embaixo e a única vez que atendi alguém lá foi há um ano. E o cidadão era terrivelmente sem graça, tanto que o bloqueei para que nunca mais me contatasse, ou seja, tenho má lembrança de lá, desta vez, porém, o cliente era bonito e charmoso. 
Ele tem asco de pegar em dinheiro e como pagou as camisinhas logo foi lavar as mãos. Pediu que eu o fizesse também. Então terminamos um assunto e nos beijamos. Ele me tocou suavemente e depois eu o chupei. Ele gosta de beijo grego e ergueu as pernas, depois virou de quatro para eu lambê-lo e chupa-lo. Após um tempo colocou a o preservativo e veio sobre mim! Enfiou forte na minha boceta sobre mim (o que eu adoro)! Fiz vários squirts! Depois, ainda sobre mim meteu no meu cuzinho! Gozei muito e quando foi gozar ele tirou e gozou na minha boca. 
Fui tomar uma ducha, depois ele foi. Fiquei conversando para irmos para o segundo round! Assim que nos beijamos ele ficou preparado novamente, eu idem. Voltei a chupa-lo, ele me tocou e meteu em mim de quatro. 
Gozei umas duas vezes e ele quis me comer de pé. Lá pelas tantas fez eu abrir as pernas e disse que eu sou alta. Algo bastante inadequado, pois eu estava focada em gozar. Depois, queria que eu sentasse nele de costas, mas a anatomia dele (um pouquinho de barriga), a minha (bunda grande) aliado ao fato de ele não ser muito grande (era médio), não permitiu. Pedi para virar-me de lado, então ele disse algo como "falta de jeito". Pedi se meu ou dele, disse-me que de "ambos". Ele metia na minha boceta enquanto isso. 
Falei que depois do que ele disse o clima se foi. Eu não finjo orgasmo, gente! Eu não finjo simpatia. Não finjo nada! Ele pediu desculpas, mas a questão é que o clima se foi. Faltou-lhe tato. Me comendo e falando de altura, depois de "jeito", sendo que eu tava gozando com as estocadas de quatro e ele que quis mudar de posição. 
Disse-lhe que da próxima vez convém perguntar à altura da acompanhante se ele não se dá bem com altas. Depois ele racionalizou dizendo que eu deveria ser mais leve... Risos! Eu! Justo eu?! Mais leve impossível! Disse-lhe que eu só broxei, que sou leve. Enfim, provavelmente ele nada sabia a meu respeito. 
De fato sou levíssima, mas sexo bom requer leveza e quem faltou com leveza foi ele haja vista que foi "técnico" na hora da sacanagem! Na hora da foda são bem vindas palavras sacanas e vulgares (desta que muita gente usa quando não deve!) ou elogios. Just it! Nada além! Nadica de nada além disso! Logo chamei o uber, pedi para colocar meus honorários na bolsa e vim pra casa! 
Agora vou ao Iguatemi comprar café na Nespresso e um livro com uma excelente companhia! 
Beijos de luz gente fofa! (Ah: #DiretasJá).

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