Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 16 de maio de 2017

Melhora da gripe, contato chato e a novidade: livro de crônicas a caminho!

Boa noite gente! 
Estou desaparecida desde sábado, não?! Na verdade não atendi ninguém desde então, haja vista meu processo alérgico com sinusite e garganta incomodando! Ontem tive febre, mas acordei melhor hoje. Até poderia atender, mas tive contatos infelizes! 
Como este do cidadão do "meu amor", "amor", "meu anjo" em toda a frase que escreveu... Não à toa foi salvo como "éca". Tem cara que acha que foto de corpo e mimimi cativam! Eu hein?! Coisa chata do c******! 



Ademais, hoje tive reunião com o agente literário que está me instruindo no processo de lançamento do meu primeiro livro. "Contra a maré" é o nome. Será um compilado de crônicas escritas entre 2006 e 2017. Adoro tal gênero, tanto que ainda tenho o blog Apenas Ideias. Espero que meus leitores também curtam! 
Enfim, apesar da garganta ter voltado a incomodar, estou felicíssima e, claro, com o pensamento no segundo livro! Bem, sinto não ter nenhum encontro para lhes narrar! Não pude atender a um novo cliente que só podia no horário que eu tinha agendado com o agente. 
Amanhã com certeza terei um reencontro com um cliente de SP e vocês, assim como eu, ficarão bem felizes! 
Beijos de luz!

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