Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Sobre um delicioso ex-colega do PR para terminar bem este 1º/05!

Olá povo lindo!
Eis que meu feriadão que foi calmo e pacífico teve até "hackeamento" de blog, por conta de alguém que, certamente me conhece suficientemente bem para saber o e-mail e "descobrir" a senha. De toda forma, após ser avisada sobre uma postagem non sense fui atrás da solução e juntamente com um técnico em informática amigo, resolvi o problema. 
Estou desde ontem (domingo) à noite sem celular, esqueci no Victrola. Coloquei carregar, chamei o Uber, paguei a conta, vi o motorista chegando e vim, linda e bela pra casa! Apenas horas após me deparei com a falta, mas era tarde.
Amanha vou comprar outro e buscar o antigo com minha mãe no gastro-bar outro dia.
Enfim, fui pega de surpresa por uma dor de garganta infernal hoje, mas eu já havia combinado há dias com um cliente que veio pra cá a trabalho e, sobretudo, para conhecer-me. Horário e quarto de hotel confirmados ontem, fui no horário combinado. Os Tribunais superiores me garantem muito divertimento, sobretudo neste dia do trabalhador.
O cliente lê os foras que dou nos cidadãos pouco educados, petulantes e mal alfabetizados, estava temeroso em levar uma "patada", mas confirmou o que sempre falo: só sou ríspida com quem pede. Não foi o caso do belo e gostoso paranaense em questão.
Cheguei ao hotel e ele esperava o serviço de quarto subir com uma espumante para tomarmos (brut, frise-se bem!), conversamos enquanto isso e após um brinde. Depois de um tempo fui ver a vista da janela e ele chegou com uma fabulosa "pegada" me beijando, excitando e despindo-me. 
Colocou-me sentada numa das poltronas, bebericou a espumante e me chupou até fazer um squirt na boca dele. Tive vários orgasmos. 
Despiu-se por completo e me masturbava enquanto eu o chupava sentada na poltrona e engolindo todo seu pau. 
Fui em direção a cama, ele continuou me masturbando fazendo-me gozar insanamente. Após um tempo me dediquei a chupá-lo, ele demonstrava o quanto estava gostando e, assim, terminou gozando na minha boca. 
Após gozar ele continuou tocando-me e fazendo-me gozar, dando aquela vontade de mais e mais e mais, mas ele não se sentiu apto a continuar, apesar de excitado. Conversamos mais, confessamos o quanto gostamos de nos conhecermos e, após, chamei o Uber e vim pra casa alegre e pronta para uma boa noite de sono. 
Beijos de luz!

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