Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Quarta-feira com duas horas de "reprise" com o cliente de sexta: muitos orgasmos num dia quente!

Olá quarta-magnífica-feira!
O novo cliente com quem passei a sexta-feira não pode vir abrilhantar a minha terça, mas veio hoje pela manha!
Tínhamos combinado ontem à tarde que hoje ao fim da manha ficaríamos uma hora e meia juntos.
No horário combinado ele chegou! 
Ainda na porta do apartamento nos beijamos ardentemente!
Viemos ao meu quarto afoitos para repetir a dose. Ele tirou minha blusa, minha lingerie, ergueu minha saia (preta e pelo joelho) e me chupou com a peça de roupa erguida sem tirar o meu scarpin. 
Me chupou e me masturbou até eu gozar várias vezes na boca dele. Depois, insaciável, tirou a calça e a camisa, beijou-me os dedos dos pés enquanto tirava o meu sapato e, comigo já sem a saia, me colocou sobre ele. Fizemos um 69 até eu lavar a cara dele gozando e ele gozar na minha boca! 
Ficamos conversando sobre as tristes novidades atuais, tomamos água, falamos sobre cinema e assuntos afins e, logo, estávamos calorosamente aos beijos de novo.
Eu o chupei e em seguida disse alcancei-lhe a camisinha. Pedi-lhe que me comesse de quatro! Depois de eu gozar várias vezes com ele metendo forte na minha boceta, disse para ele meter no meu cu. Ele, gostoso e obediente meteu e sentiu eu esguichar gozo até que terminou gozando também.
Suada, fui tomar uma ducha. Sai enrolada na toalha e deitei junto a ele. Conversamos mais um tempo e ele teve que ir para seus compromissos profissionais. Haviam se passado duas horas e então ele resolveu fazer uma TED do valor correspondente ao período que ficou.
Ele foi, eu adormeci por um tempo e depois acordei!
Agora pretendo sair, ir à Daniel Briand e espairecer a mente!
Beijos de luz povo lindo!

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