Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Sobre um belo dia!

Boa noite gente linda!
Estive amuada nos últimos dias, tive alguns problemas oriundos de uma ação em que eu era ré, por ter cedido minha OAB e fui negligente, acabei perdendo a ação e sofrendo bloqueio judicial da conta que tenho. Foi terrível, literalmente adoeci.
Ontem meu primeiro passo do dia foi remeter o pedidoh de cancelamento do licenciamento da OAB e retificação do nome, vez que eu alterei em 2009, quando me casei.
Eu terminei tendo um compromisso e vim pra casa, nem pude curtir o Cantucci Bistrô que fica em frente.
Um cliente adorável que estava viajando voltou e veio matar a saudade ficando uma hora comigo! Conversamos muito, rimos das desgraças da vida...Risos... E dos acasos! Conversamos sobre meu livro e o segundo, que já está em fase de produção! 
Nos beijamos ardentemente e muito e terminamos nos acabando gozando num 69 delicioso! Engoli todo aquele pau delicioso dele, enquanto ele me fazia gozar litros na boca dele, foi sensacional!
Após tomamos uma água, seguimos conversando e em seguida ele foi para seus compromissos!
Vocês já pararam para pensar no significado da palavra "acompanhante"? Eu já expliquei aqui em meus tutoriais, mas a verdadeira acompanhante é, sobretudo, uma boa companhia, logo carece ser culta, humorada, inteligente e não apenas "boa de cama". Gostar de sexo é o mínimo, os clientes voltam e fidelizam-se pelo "plus" que se oferece, por isso, de regra eu refugo os cidadãos que não leem o anúncio, não acessam meu site e blog e não se aprofundam minimamente em saber quem eu sou. 
Assim diminuo o risco de ser desrespeitada como se fosse apenas um pedaço de carne para ser "comido". Diminuo, não "zero", infelizmente, mas ser previdente é essencial.
Fico por aqui hoje!
Beijos de luz!

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