Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Repeteco com o belíssimo cliente de sexta-feira!

Boa noite caros leitores e caras leitoras! 

Acabei entrando naquela fase sangrenta de domingo para cá. Espero que melhore até amanhã. De toda forma, depois que descobri o coletor da Prudence, que nos permite fazer sexo sem sujeira durante este período eu não deixo de marcar quando um cara interessante ou algum dos meus fiéis e gostosos clientes me contatam. 
Logo, o cliente que recebi sexta-feira quis uma reprise e eu o recebi hoje à tarde. Chegou no horário que marcamos, nos beijamos e fomos ao meu quarto. Ele tirou o meu vestido e eu o ajudei a tirar a camisa, deitamos na cama e, ainda de calça, ele começou a me chupar. Me chupou até eu gozar e depois ficou de pé para tirar a calça. 
Senti ele totalmente excitado e o chupei nua, de quatro na beira da cama. Ele terminou gozando na minha boca. Deitou-se ao meu lado e continuou me beijando e me tocando. Rapidamente ele ficou excitado novamente! 
Fizemos um 69 e eu pedi para ele me comer! Colocou a camisinha e quando foi colocar na minha boceta eu puxei o pau dele e, com meu bumbum, coloquei-o no meu cuzinho! Uau! Ele tinha me lambido e eu estava com ele molhado! Ele comeu meu cu de lado, de costas e quando fiquei de quatro não demorou para gozar. Eu fui tomar uma ducha, ele pegou uma água e abriu outra para mim, conversamos um pouco mais e logo ele precisou voltar aos seus afazeres profissionais. 
Eu fiquei em casa e segui com minhas tarefas da tarde. Bem, agora voltarei para o seriado! Creio que em 15 dias eu consiga assistir a todas as temporadas! 
Beijos de luz! 

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