Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Um dia delicioso!

Boa noite ilustres leitores e leitoras! 
Minha mamãe andou mal da garganta, deu trabalho, mas hoje à tarde começou a melhorar! Eu terminei agendando duas horas com um gentil cavalheiro residente do Goiás. Muito bonito e educado, inclusive! De início tirou meu vestido e me admirou nua, lambeu minha boceta e meu rabinho! Eu me ajoelhei e o chupei, ele me chupou mais e me tocou enquanto eu o chupava. Alcancei-lhe a camisinha e, de costas, ele meteu na minha boceta até gozar. 
Conversamos um pouco, ele tomou uma ducha, veio, eu o chupei mais e alcancei-lhe o preservativo. Cavalguei no pau dele até gozar e fazer squirts sobre ele, depois, com o corpo para trás e às pernas flexionadas sentei com meu cuzinho no pau dele! Gozei muito, molhei-o inteiro! Pedi para ele meter em mim de quatro e ele meteu, gozei mais ainda e logo ele também gozou! Ele foi ao banheiro tirar o preservativo, voltou e eu fui tomar uma ducha. 
Quando voltei conversamos um pouco sobre traição, crenças e pecado. Eu disse-lhe que não acredito em pecado no sentido bíblico, acredito que todos podemos agir errado ou certo e sempre teremos justificativas para nossos atos, enfim, eles emergem de um contexto. Eu não havia captado que o assunto indiciava seu sentimento de culpa, infelizmente, portanto, ele pagou pelas duas horas, mas não ficou o tempo combinado. Eu teria me divertido mais, mas, consciência cada um tem a sua. 
Não julgo os homens que me procuram, assim como não julgava as minhas ex-alunas que me confidenciavam serem infiéis aos maridos, primeiro, porque sua vida e atos não me dizem respeito, segundo, porque, ninguém trai em vão: se o sexo é bom e frequente em casa, se há paixão, cumplicidade e atenção, de regra, não há traição. Difícil é manter tudo isso num casamento longo! Eis a questão e a razão da infidelidade de muitas mulheres e homens por aí! Mais tarde, um cidadão que há muito tempo eu havia bloqueado no WhatsApp, porque ficou insistindo para que eu fosse ao seu hotel numa noite, me chamou no Instagram, usando um perfil falso. 
Sendo ele bonito, persistente e audacioso, perdoei-lhe e fui ao seu encontro hoje. Este tinha um talento exímio para chupar e tocar. Acho que em um minuto eu já gozei! Ele queria que eu fizesse squirts, mas normalmente o orgasmo no sexo oral, sem toque, não tem squirts. Eu faço mais com penetração na boceta e, principalmente, anal. Fato é que gozei muitas vezes. 
Terminamos num 69, eu nem percebi que ele estava gozando enquanto eu chupava seu saco! Coloquei-o na boca, mas ele já havia gozado. Não tivemos penetração e logo vim para casa, pois a seguir ele tinha compromisso. 
Agora vou tomar uma ducha e pretendo ir ao Balcony com um amigo! 
Beijos de luz! 

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