Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Dos contatos mais imbecis de dezembro, do "meu tipo" de homem, da hipocrisia das pseudo-acompanhantes de luxo (decadentes) e da felicidade falsa e "forçada" em períodos natalinos!

Boa noite gente linda que me acompanha!



Última crônica "crítica" do ano, sentem-se, sirvam-se uma boa bebida e a degustem do texto sem nenhum ânimo libidinoso...

Lamento por quem está esperando um relato de um encontro repleto de oral, anal e gozos homéricos, né?! Mas, sinto muito, hoje não irá rolar.

Neste período do ano, para uma cortesã da minha classe e nada afoita apenas pelo dinheiro, é época de descanso da pele, leituras e, como boa escritora que sou, de escrever muito! Surgem, de regra, homens feios, de português catastrófico, muito novinhos, outros com uma carinha tão humilde que dá vontade de fornecer-lhes uma cesta de Natal, logo, me broxam e eu prefiro cuidar do corpinho, da pele e não fazer coisa alguma, afinal, eu sempre guardo uma graninha para nunca precisar descer do salto e agendar encontros com qualquer cidadão só pela grana ou, menos ainda, aceitar pechincha de macho sem classe.

Mas, vamos à diversão!

Vejamos os meus contatos atuais, pois NÃO postarei mais prints no meu novo Instagram (@claudemarchi3) ou Facebook, porque os recalcados fazem denúncias falsas e as redes não oferecem contraditório e ampla defesa. Olhem a resposta que recebi após a exclusão do meu perfil @claudemarchi2 em que eu tinha 5600 seguidores:
Meus seguidores sabem muito bem que nunca postei nada vulgar. Creio que, além das postagens esquerdistas, tenham ocorrido denúncias falsas de assédio e etc., para me prejudicar. 
Gente frustrada e desocupada faz isso, ao invés de ter um bom orgasmo!
Bem, mas vamos a seleção das vergonhas de dezembro:

1- Aqui começamos com um cara que atendi dia de finados de 2016 e em novembro deste ano, mas bloqueei a seguir, porque achei a foda horrível: língua presa no beijo, oral ruim, transa "narrada"! ele chegou a dizer que "ainda bem que o pau dele não é grande, pois eu engolia inteiro", tudo enquanto eu o chupava, ou seja, broxante em grau máximo!
Bloqueei em tudo, mas não sabia que ele tinha Whatsapp até ele me escrever e eu me obrigar a ser franca, já que ele sempre foi tão doce e até cartas me escrevia:




Em certos casos a sinceridade é requerida e eu não consigo mentir, já que havia bloqueado e me escondido para não precisar ser franca.
Ele me contou de uma mulher de clitóris grande que ele transa na capital do Estado onde mora e que ela disse que ele faz um ótimo oral! Nossa, nessa segunda e última transa ele mal usava a língua para beijar, parecia estar presa, grudada no céu da boca!
Só gozei, porque eu gozo fácil, me entrego, mas daí a dizer que foi gostoso, ah, não! Foi digno de "never more", mesmo!

2- E o que dizer deste abjeto que não tem fineza nem para abordar uma acompanhante de luxo?

 Imagino o "tipinho" que sai com ele. Coitadas!
Um cara desses é um risco previsto: desrespeitoso, notoriamente a procura de um objeto sexual para se satisfazer.
Um nojento que eu jamais aceitaria próximo a mim!

3- Este é o Cláudio, o cara que tem foto de perfil ostentando o corpinho (grande bosta!), mas não tem cara. É o homem "sem face" e que tem vergonha de mostrar-se.


4-  E este aí é incapaz de ler um site e anúncio para descobrir "como faz para me ver". Ha-Ha-Ha! Esse daí não encontra o ponto G nem com a ajuda do pai-de-santo do Michel Temer.

5- Eis o moço que nunca transou.
Não tinha foto no perfil, mas desprezo.
O único virgem com quem me encontrei era filho de um conhecido e me fez chupá-lo com camisinha. Um jovem encucado. Uma das piores transas que tive, apesar de ele ser bem lindinho. 
Da inabilidade com a língua portuguesa do cidadão aí do print? Prefiro nem comentar.

Aproveitando o gancho, final de ano e tal, farei uma revelação que fiz, ainda hoje, no meu Facebook e novo Insta (@claudemarchi3): qual o meu tipo de homem!

Fiz o post baseado nos personagens de alguns de minhas séries favoritas!

Abaixo a foto e legenda:



Sempre me perguntaram: 
“Cláudia qual o teu ‘tipo’ preferido de homem?” Havia um tempo, quando jovem, em que eu tergiversava. Em que o meu tipo de homem preferido era o que me tratava como o suprassumo do universo, o que me admirava, me beijava os pés e, mesmo que resistindo, perdia até o orgulho para ter-me ao seu lado. 
Vamos lá, amiguinhos, vocês assistem ou já assistiram à alguns seriados famosinhos? Tipo House M.D., Criminal Minds, Grey’s Anatomy, Elementary ou Law and Order SVU? Bem, se sim, segue aí o meu “tipo” de homem. 
O cara sério. O de cara fechada, porém charmoso (para mim 1 ml de charme vale mais do que 1 litro de beleza). O sagaz, o sarcástico e de humor peculiar. O intolerante à idiotas, o observador e sincero. 

O introspectivo, afinal um homem que se “preze” deve ser um “lord” (“damo”) na sociedade e um (“puto”) devasso na cama (como boa gaúcha eu cultuo está ideia, porém não apenas para as damas, como eu, que, modéstia a parte, sou uma dama com "D" maiúsculo fora da cama e totalmente despudorada nela). 

O inteligente, o caseiro, o “quase” antissocial, o de poucos amigos, o anti-herói. Playboy? Novinho metido a “rei do camarote”? Super simpático e amigo de todos? Baladeiro com abdômen tanquinho, bíceps enorme e carro esportivo? Dispenso! O meu “número” mesmo se afina à estes personagens aí! Eu lamento que eles não sejam reais, mas ainda bem que a gente dorme e sonha e sempre tem um cavalheiro que cativa a admiração, a tara e o desejo insano da gente, ainda que não esteja toda semana conosco, mas os momentos juntos, valem cada segundo de espera.

Eis que, findo aqui o meu texto que foi dos coitadinhos do mês à revelações essenciais sobre o que eu considero, de fato, homens interessantes, basta ter um pouco de cultura inútil no repertório, ao que a Netflix se presta com maestria.

Bom começo de véspera de Natal, estas datas que crianças amam e que os adultos abusam da boa comida e bebida, porque a pressão para ser a perfeita "família de comercial de margarina" é enfadonha demais!

Compaixão? Espírito natalino? Há de se ter sempre!!! Isso se chama caráter e empatia. Alegria, entusiasmo, felicidade? Haverão de ser sempre cultivados dentro dos limites que nosso cotidiano permite, o resto não passa de imposição midiática e capitalista pró-consumo, hipocrisia e falsidade, como sempre, digo, como em todas as "datas comerciais" cujo sentido imaterial se perde em meio à tanto "faz de conta".

De toda forma, bom Natal, muito amor, alegria, união e, claro, antiácido, Neosaldina, Engov e alcachofra em cápsulas! Ha-Ha-Ha!

Beijos de luz!
Cláudia de Marchi.
Brasília/DF, 21 de dezembro de 2017.

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