Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Quinta-bombástica-orgástica-noite!

Boa noite povo lindo que me acompanha!
Enfim, final de ano, tudo devagar por aqui e só gentalha na parada brasiliense (e como "gentalha", não falo de pobres financeiramente, apenas, mas dos homens pobres de educação, classe, postura e cavalheirismo), enfim, só inço... Risos!
Aqueles coitadinhos que eu não deixaria nem passar uma lixa nos meus pés, menos ainda encostar nos meus deliciosos lábios bem cuidados!
De mais a mais, passei a semana cuidando da pele e me sentindo horripilante por estar descascando!
Achei um hotel com piscina na cobertura para encarar neste sábado, reservei uma boa suíte no Saint Moritz! A suíte na cobertura colabora para eu pegar um mormaço e "equilibrar" os tons destonantes da minha linda pele que, no momento, está terrível! 
Eu teria um cliente adorável ontem, mas ele teve um curso, algo imprevisto. Amanhã um cliente viria pela manhã, teve que viajar, acabou que, tive apenas um encontro ao fim desta tarde, tão logo minha manicure havia saído. Sorte que eu tinha tomado um café e mandado o soninho preguiçoso embora!
Ele, cliente conhecido há praticamente um ano! Um lindo, delicioso e querido cliente!
Estava saudosíssimo! Mal chegou e já lamentou meu Instagram @claudemarchi2 ter sido excluído sem contraditório pela rede (ele é do "ramo" jurídico) e elogiou minhas unhas, recém feitas. Elogiou meu cheiro, meus cabelos molhados e ignorou a pele bicolor. 
Colocou-me deitada na cama, ajoelhou-se, ainda de terno, e me chupou até eu gozar. Algo rápido naquela boca paradisíaca! Ignorou os cabides que lhe deixei, despiu-se rapidamente e veio, nu, me chupar. Sugeri um 69 e rapidamente fiquei sobre ele que continuou me chupando e tocando até eu lavar-lhe os lábios. Chupei-o até gozar na minha boca.
Deitamos, satisfeitos e exauridos e conversamos sobre os últimos acontecimentos de nossas vidas! Rimos muito! Ele até quis beber uma cerveja, algo que nunca fez ou pediu.
Eu tinha no frigobar ao lado da minha cama, logicamente.
Ele tomou e logo veio sobre mim, me chupando mais e mais e mais...
Pedi a ele para me comer com força, do jeito que eu gosto e ele sempre fez.
Ele colocou a camisinha e veio sobre mim! Nossa! Gozei a ponto de molha-lo e, até a mim!
Depois de muitos orgasmos vaginais e clitorianos, pedi para ele me comer de quatro. Comer meu cuzinho, claro. 
Ele meteu, meteu gostoso! Gozei horrores, molhei os lençóis e suas coxas! 
Uma foda bombástica e seguida de um banho à dois magnífico.
A seguir, fomos jantar num excelente restaurante, tomamos um vinho e, no carro, de volta, chupei ele até chegarmos aqui e, na entrada da minha quadra, ele encher a minha boca de porra. Bem, este foi um extra movido pelo tesão, pois ele me pagou só as duas horas anteriores ao jantar, o restante foi ao meu bel prazer. E uma delícia completa de sobremesa!
Este cliente merece!
Lamento minha ausência meus leitores e minhas leitoras, não estou rica ou nada afim, pelo contrário, minhas despesas só se avantajaram com o Mestrado que começarem em fevereiro, mas a minha seletividade só aumentou: nada de "meia boca" na minha vida mais, só prazeres intensos, só a excelência ou... Bem... Prefiro pedir dinheiro emprestado a transar com homem "meio termo"!
Fiquem bem, eu amanhã à tarde tenho entrevista de Mestrado na Instituição em que falta só esta fase, a oral! (Não maliciem, porque se tivesse malícia eu garanto que seria a number one!... Risos...)
Beijos de luz!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.