Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Terça-ensolarada-feira com um novo cliente gostoso e lindo e um reencontro! (E um reparo no bronzeado!)

Boa noite meus amáveis leitores e leitoras!
Depois de um final de semana de descanso e decisões bem tomadas, tive uma terça-feira sexualmente formidável!
Ainda ontem à noite um homem muito charmoso marcou um encontro comigo para hoje, ao meio dia. Chegou na hora combinada e me surpreendeu pela beleza e simpatia, além de trajar um belo terno. Enfim, um cavalheiro de muito bom gosto. 
E tato, muito bom tato. Delirante tato, delirantes beijos! Gozei aos litros em sua mão enquanto nos beijávamos e, após, fiz questão de retribuir e só parei de mamar naquele pau gostoso quando ele gozou na minha boca! Uma porra deliciosamente doce.
Deitamos extasiados e conversamos bastante! Rimos muito, inclusive. Um encontro leve, fluído e divertido, para dizer pouco. 
Logo estávamos aos beijos novamente e ele me fazendo gozar intensamente. Pedi para ele me comer e, de costas, coloquei o pau dele direto no meu cuzinho que estava ávido por ser comido!
Uau, jorrei gozo nos meus lençóis e pernas! Gozei muito até nos entregarmos! Ele precisou tomar um banho e arrumar-se para ir aos seus compromissos e eu tomei uma ducha e fui ao encontro de uma amiga. De lá fomos a um hotel tomar sol! Eu estou reparando a minha pele lentamente, mas estou bem melhor!

Depois fomos comer um ceviche no D´Vilela, um "bistrôzinho" que eu acho muito fofo e delicioso! 

Logo vim para casa, pois logo mais tenho um encontro sem hora para acabar com um adorável cliente tímido: ele nunca me permite deixar um relato aqui, para não ler e comparar-se aos demais. Admiro a sinceridade dele, além das habilidades orais.
Desejo à todos uma excelente semana!
Beijos de luz!

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