Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Quinta-feira de muito trabalho literário e um ótimo reencontro!

Boa noite gente linda!
Estou envolta com meu segundo livro e organizando os preparativos para a sessão de autógrafos do "Contra a maré: minha vida em crônicas e crônicas da vida" que ocorrerá quarta-feira que vem a partir das 19 horas no Carpe Diem da 104 Sul.
Bem, hoje à tarde recebi um adorável cliente que estava há uns meses viajando a trabalho. 
Conversamos bastante sobre nossos últimos meses, viagens, família, alegrias e pequenos inconvenientes da vida em sociedade... Risos... 
Não tardou para nos entregarmos aos beijos, nos despirmos e fazermos um 69 repleto de orgasmos que encerrou quando ele gozou na minha boca! 
Ele pretendia ficar 1h30min, mas recebeu uma chamada de urgência e precisou ir embora antes de partirmos para o 2º round!
Assim que ele foi, continuei escrevendo até que meus dedos começaram a doer muito e eu tive que tomar um analgésico e relaxante muscular (sim, eu me auto-medico eventualmente). Terminei adormecendo e acordando há pouco.
Desejo à todos uma boa noite!
Beijos de luz!

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