Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Um delicioso começo de tarde!

Boa tarde seres iluminados!
Eis que, ao fim desta manhã, recebi um homem fantástico que esteve fora por alguns dias. Nosso último encontro foi no carnaval. 
Como de costume ele chegou em 30 minutos! Lindo, charmoso e gostoso como de costume.
Tirou a roupa olhando para a minha boceta e eu fui até a beirada da cama engoli-lo. Deitamos e ele me chupou gostoso! Eu estava afoita para ter ele metendo em mim. Alcancei-lhe o preservativo e ele veio sobre mim! 
Gozei com ele atolado na minha boceta e, ainda mais, sentando nele que adora me sentir gozar. Meteu gostoso em mim de quatro! Encerrou gozando com o pau todo no meu cuzinho! Foi tomar uma ducha, peguei uma água e conversamos muito, inclusive sobre o mau-caratismo das mulheres que engravidam por interesse financeiro (mentecaptas). Rimos bastante, inclusive.
Eu também fui me lavar e seguimos num bom papo antes de recomeçarmos. Ele sentado e eu chupando. Chupando tanto que estava quase gozando. Tão logo, ele colocou a camisinha e eu sentei nele gozei forte. Muito forte!
Fiquei de quatro novamente e ele atolou na minha boceta enquanto eu rebolava no pau dele que oscilava entre colocar só a pontinha e meter mais forte. Antes de ele gozar meteu forte enquanto eu mordia o travesseiro...Risos... (Benditos travesseiros!).
Fui tomar um banho antes dele. Quando ele estava saindo mostrei-lhe Zeus e Pequeno Bolota dormindo no quarto da minha mãe, que, desde que ela aderiu a dormir no chão, vem sendo usado por mim...Risos... Ele viu meus livros e depois foi embora, prometendo voltar logo. 
Fiquei feliz, escrevi mais um pouco e adormeci junto aos felinos! 
Beijos de luz gente linda!

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