Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 27 de março de 2018

Duas deliciosas horas de prazeres intensos!

Boa noite pessoas lindas!
Eis que eu estava desde sábado usufruindo apenas dos prazeres da mente e da mesa, mas hoje um cliente adorável e gostosíssimo resolveu vir me visitar. Sempre que possível nos encontramos.
Ele chegou no horário combinado, trajado de terno e começamos aos beijos ainda na porta de entrada do apartamento sob os olhares atentos do Zeus e do Pequeno Bolota. Como minha mãe ainda não chegou de viagem o meu aparelho celular que fica na sala de jantar/entrada do apartamento tocando boas músicas, hoje, estava no quarto (sala que divide o apartamento entre a cozinha e o corredor que leva aos quartos principais). 
Ele usou os cabides e pediu-me para tomar um banho. Fiquei esperando ele, de salto e vestido, tomando uma água. Saiu do banheiro, me abraçou forte, beijou-me ardentemente, colocou-me contra a parede e abriu o meu vestido. 
Comigo em pé, abriu minhas pernas, se ajoelhou e me chupava e masturbava ao mesmo tempo, até eu gozar na boca dele. Eu pedi para chupá-lo, mas ele disse que não "aguentaria", pois estava com muito tesão e queria me comer inteira antes de gozar.
Seguiu me chupando após deitarmos, até eu pedir-lhe para meter aquele delicioso pau em mim. Alcancei-lhe uma camisinha, ele colocou e meteu na minha boceta devagar. Gozei, jorrei e ele sentiu. Ficou me sentindo gozar assim, muitas, muitas vezes!
Pedi para ele comer meu cuzinho e, sobre mim, ergueu as minhas pernas e meteu. Ele já estava lambuzado do meu próprio gozo. Fez eu fazer vários squirts enquanto comia meu cu nesta posição. Ele disse que estava quase gozando e queria gozar na minha boca. Tirou a camisinha e melou meu rosto, colocando com o dedo na minha boca a porra que havia ficado na minha face.
Deitou-se ao meu lado e ficamos conversando por bastante tempo!
Rimos muito! Logo estávamos aos beijos de novo! Ele, que estava a esquerda, pegou a camisinha e pediu para eu sentar no pau dele até molhá-lo com sguirts! Sentei, gozei, gozei muito e ele se lavava com meu gozo e apertava meus seios. Não tardou para ele gozar novamente.
Tomamos uma ducha juntos, ele pagou o valor das duas horas que ficamos juntos, brindamos com mais uma água e ele teve que seguir para seus compromissos. Eu fiquei organizando a casa, pois minha mãe chega amanhã de madrugada. 
Hoje pela manhã fui ao banco e mercado, estava faltando muitas coisas, inclusive areia para os gatinhos! Terminou hoje pela manhã e, como de costume, Pequeno Bolota me acordou irresignado com a pouca quantidade de comida no pote e areia na caixa... Risos...
Na próxima encarnação eu quero ser um gato!
Não esqueçam de assistir ao SuperPop amanhã às 22h30min na RedeTV!
Beijos de luz!

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