Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 12 de março de 2018

Reencontro rápido e delicioso para abrilhantar a minha pacata tarde de segunda-feira!

Boa noite gente!
Eis que, depois de um tempão, um cliente magnífico que passou por percalços financeiros recentemente conseguiu um tempinho para vir ao meu encontro. 
Ele é lindo, gostoso, pegada deliciosa!
Antes de tudo, desta vez, quis tomar uma ducha, pois passou o dia "correndo" demais e se sentia suado. Eu fiquei lhe esperando, ainda de vestido para dar-lhe a honra de despir-me. 
Ele colocou-me de costas contra a parece e me masturbou até eu fazer gozar e fazer squirts que desceram pela minha perna. Eu estava ávida por chupá-lo, então depois de eu começar a engoli-lo ele sugeriu um 69 enquanto me chupava e tocava para sentir eu ejacular na boca dele. 
Segurou-se para não gozar, então ficou em pé, colocou a camisinha e meteu na minha boceta, veio sobre mim mais para o meio da cama, então eu conseguia contrair e fazer squirts apertando o pau dele que oscilava entre "enfiadas" mais fortes e outras mais brandas, nas quais eu conseguia segurá-lo bem no fundo da minha boceta. 
Ele pediu para comer meu cuzinho, meteu em mim de quatro na beirada da cama, depois colocou minhas pernas no chão e socou até eu jorrar no chão! Foi uma delícia de foda e logo ele gozou no meu rabinho.
Foi tirar o preservativo no toalete e tomar outra ducha antes de ir para seus compromissos. 
A minha máquina de cartão falhou, infelizmente. Ambos perdemos um tempão tentando ajustá-la. Certamente preciso providenciar outra.
Na sequência eu fui tomar um banho, coloquei uma linda lingerie, me perfumei e deitei-me para ler e, como de costume, escrever. 
Estou animada está semana, apesar de um pouco ansiosa. Uma ansiedade do bem, felizmente.
Desejo à todos uma linda terça-feira, tal qual foi a minha deliciosa tarde de segunda!
Beijos de luz!

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