Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Encontro "rápido" e orgasmos intensos...

Boa noite leitores e leitoras que me acompanham!
Parece mentira que dia 11/04 fiz aniversário de 02 anos como acompanhante de luxo! 
Dois anos que passaram voando. Tão "voando" que me "toquei" disso agora, dia 23/04!  
São 2 anos e 2 livros escritos!
Um brinde à inspiração e a libido! E que elas nunca nos faltem!
Estou brindando aqui com coca zero, mas fique à vontade para erguer a sua taça de vinho, cerveja, água ou o que lhe agradar o paladar nesta noite de segunda-feira.
Cai uma chuva fascinante aqui em Brasília! Há anos não me sinto tão afoita pelo inverno. Cinco anos longe do planalto médio gaúcho está fazendo a saudade do frio rigoroso despertar. Irei ao RS no auge do inverno este ano!
Bem, hoje eu estava animada para reencontrar um cliente que esteve, como sempre, viajando a trabalho. Todavia, ele estava assoberbado e acabou passando apenas para me dar um beijo, no intuito de voltar amanhã com mais tempo. 
Eu havia tomado banho pela manhã antes de ir à depiladora e ao mercado. À tarde li muito e dormi, como ele disse que só viria me dar um abraço e um beijo, pois estava aqui pertinho, coloquei um chambre sobre a camisola e lhe recebi.
Mas, como eu deveria esperar, terminamos nos entregando a excitação pós beijos e conversa. Eu tirei o meu traje de "usar em casa" e nua comecei a chupá-lo. Então ele tirou a roupa elegantíssima que vestia, colocou a camisinha, veio sobre mim, meteu na minha boceta, sentiu eu gozar, apertá-lo e fazer squirts. 
Depois me penetrou de lado e, percebendo-me toda molhada de squirts meteu no meu rabinho sentindo-me jorrar com a pressão do corpo dele contra o meu de forma a molhar nossas pernas. Gozou comigo assim. 
Tomamos uma ducha e logo ele se foi. Minha mãe estava fazendo bacon para eu comer, pois, assim como eu, não imaginava que o beijo iria se tornar incontáveis orgasmos e lençóis lavados. Bem, "ossos do ofício"... Risos... "Ofício" que não é trabalho, é prazer puro! E se não for para ser prazer eu dispenso com elegância e total ausência de piedade, afinal, como diria minha avó: "quem tem pena é galináceo". 
Tenham todos uma linda semana, tal como foi o meu início de noite!
Beijos de luz!

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