Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Um reencontro agradabilíssimo para terminar a semana!

Boa noite pessoas lindas que me acompanham!
Passei o dia sem poder acessar meu notebook, mas tive uma manhã excelente.
A princípio achei que o adorável cavalheiro, já conhecido e muito querido, que ontem me falou sobre sua disponibilidade para está manhã não poderia encontrar-me, mas, conseguiu, me contatou e em 10 minutos eu já estava lhe esperando de banho tomado e, como de costume, cheirosíssima.
Aliás, ele estava lindo como de costume e exalava um cheiro delicioso de um perfume novo que tive o privilégio de ser a primeira a sentir.
Nos beijamos, ele tirou a roupa e colocou nos cabides que deixo para evitar que as roupas caiam ao chão e peguem algum pelinho de meus felinos amados. Eu tento não deixá-los entrar na suíte, mas eventualmente eles passeiam por lá. De mais a mais, eu mesma posso transportar pelinhos nos calçados e roupas.
Enfim, deitamos, tirei o robe que vestia e ele me beijou inteira. Gozei com ele me chupando e me tocando, da mesma forma quando, de costas, ele saboreou-me inteira. Da boceta ao cuzinho.
Eu o chupei quando ele se deitou e terminamos num 69, "abruptamente" interrompido pelo meu desejo de sentir-lhe em mim. Todavia, nos dispersamos ao colocar a camisinha. Ele não é habituado a usar, logo se torna algo, literalmente, "estranho". 
Todavia, com ele não há desprazer! Conversamos, nos distraímos em conversas e, obviamente, beijos, toques e delicioso carinho. Confidências, inclusive. Quando nos percebemos estávamos nos tocando e eu tendo prazer de novo. Então chupei-o e ele terminou gozando na minha boca. Um gozo delicioso que antecedeu uma câimbra na panturrilha o que deixou o momento inesquecível. Tragicomicamente inesquecível...Risos...
Conversamos mais e usufruímos de carinho recíproco antes de ele tomar uma ducha e aprumar-se. Desta vez ele lembrou-me do livro e eu escrevi uma dedicatória de acordo com o que pensei no momento, estava bastante dispersa. De prazer, claro.
A seguir ele foi e eu vi que me deixou o valor da hora que passamos num meigo e lindo bilhetinho escrito a mão. Adorei!
Passei a tarde auxiliando minha mãe e, ao fim dela, assistindo a uma série que uma seguidora do Instagram sugeriu-me, Doctor Foster. Estamos no quarto episódio da primeira temporada e gostando bastante, mamãe e eu. 
Bem, desejo que todos tenham um final de semana lindo como minha manhã de sexta-feira!
Beijos de luz!

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