Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 8 de maio de 2018

Como se tornar profissional do sexo sem ser inconveniente e passar vergonha na minha “frente” (e na dos meus amigos e seguidores)..

Como se tornar profissional do sexo sem ser inconveniente e passar vergonha na minha “frente”.

Eu não sei quem me procura mais: homem (incluindo a maioria acéfala e feia que eu refugo) ou mulher pedindo ajuda. Mulher com preguiça de usar o Google. Mulher com preguiça de acessar o meu site e ler meus tutoriais (site cujo endereço está no meu perfil em minhas redes sociais). Mulher confundindo-me com cafetina ou treinadora (“coach”) de pretensa acompanhante de luxo. Mulher incapaz de clicar num link para comprar um livro, ler e se informar de forma racional, inteligente e educada.
Essa é a geração YouTube: preguiça de ler, precisa de um mestre, precisa de “coach qualquer coisa” para lhes dizer o que aprenderiam lendo. Preguiça de estudar, preguiça de buscar a fonte de qualquer informação. É a geração internet, a geração que prolifera fake news e que, aparentemente, valoriza mais o corpo do que o cérebro, a busca pela “boa forma” física enquanto o cérebro míngua. Não são só músculos que atrofiam na ausência de exercício, o mesmo acontece com neurônios, com o cérebro!
Leiam e estudem, porque vocês podem ser o que quiserem, até putas, (como eu quis ser há 2 anos), mas letramento nunca é demais e independência emocional e feminismo só se “praticam” com independência financeira: ganhe pouco ou ganhe muito, mas ganhe o seu dinheiro para nunca dependerem de marido ou de homem possessivo nesta vida! Estudo nunca é demais. Bom senso, fineza e educação também não.
Eu sou advogada há 13 anos, escritora e acompanhante de luxo desde 11/04/2016. Eu não sou treinadora de pretensa puta. Se um dia eu me tornar, vocês saberão. E eu vou cobrar caro, logo, jamais será com pedido esdrúxulo no meu Whatsapp, Instagram ou Facebook messenger que vocês irão me contatar.
Abaixo, exemplos de mulheres sem noção nos últimos 15 dias, afinal, todo dia tem uma cidadã diferente passando o mesmo tipo de vergonha e sendo criticada nas minhas redes sociais.

1-      Eis o cúmulo da falta de bom senso, noção do ridículo, respeito à privacidade alheia e educação! Consigno algo aqui para deixar uma coisa clara: eu sempre recebo as mensagens que me escrevem no Facebook e no Instagram, mas a maioria eu “recuso”, porque a minha resposta seria demasiado rude. (Os “oi, tudo bem?” são recusados sem titubeio, assim como a dos homens pedindo sobre valores e “informações” afins, sendo que o endereço da minha página está ali no meu perfil, basta acessar! Homem lerdo e/ou burro me dá náusea!). Quem me escreve não tem a confirmação de leitura, por isso: a “solicitação” no Facebook messenger ou direct foi recusada e pode parecer que não foi recebida, mas foi! 
Então, resignem-se, não stalkeiem meus amigos virtuais (a louca em questão escreveu para dois, haja vista a “necessidade” de ser, por mim, respondida) e nem me escrevam pedindo “ajuda”.
Eu NÃO sou cafetina. Eu NÃO sou coach de pretensa acompanhante de luxo. Sou apenas escritora, acompanhante de luxo e advogada. Também sou boa leitora, cinéfila e preguiçosa: adoro fazer nada, odeio conversar com gente estranha e inconveniente! Portanto, leiam o meu site (tutoriais e crônicas) www.claudiademarchi.com.br, comprem meus livros, usem o Google e se esforcem para descobrir o doce significado dos termos VERGONHA NA CARA e DIGNIDADE! (Após descobrirem exercitem e tentem não perdê-los) Detalhe: só me procurem desta forma insana quando quiserem me dar dinheiro. Muito dinheiro. Dinheiro o suficiente para eu doar uma parte para meus amiguinhos!










2-      Vamos falar de falta de bom senso: segunda à noite, cá estou assistindo um seriado, número com DDD 71 chama, silencio a ligação, pois não atendo telefonemas mais! A pessoa liga mais duas vezes até que eu bloqueio. Então, me chama no WhatsApp e pede para eu atender, porque ela, a Sra. Fulana de Tal com frase pseudojurídica “merece” ser atendida! Ela quer “bater um papo rápido”, “tirar algumas dúvidas” e tal fato deve se sobrepor ao fato de ser noite e eu estar curtindo a PRIVACIDADE! 
Meu telefone está na internet para que eu seja contatada por homens que se informaram a meu respeito e desejam conhecer-me (ou desinformados, literalmente, eu dispenso!), editoras ou jornais e afins para entrevistas, pois é isso que eu faço: sou escritora e acompanhante de luxo!
Nenhuma pessoa com um pingo de bom senso pode imaginar que eu estou aqui, na vida, para lhes dar uma “atenção especial”. Eu tenho coisas e “nadas” para fazer e ninguém tem o direito de querer mais de mim. Será que fazem isso por menosprezo a mim por conta da minha profissão? Eu acho que sim! Porque eu já tive meu telefone na internet quando advogava e nunca ninguém me procurou para bater papo sobre assuntos não jurídicos! E eu sempre tive um blog e escrevia crônicas afetivas nele e em alguns jornais. 
Ou seja, há desrespeito à mulher por trás do número de telefone, sim! Sábado, quando eu estava dormindo para acordar cedo e tomar sol, uma criatura me escreveu contando-me sobre o seu problema com o marido agressor. Li domingo, disse-lhe para procurar uma advogada mais combativa que a dela e agir, bloqueei na sequência pela falta de educação em escrever-me em pleno sábado à noite, já que tem advogada e eu não estou divulgando o meu telefone num site para advogar. “Ah, mas tem que ter empatia”. Sim, eu até me compadeço, mas e a fineza, a educação e o bom senso dessas pessoas onde estão? Todo mundo se superestima tanto que acha que pode ser inoportuno, atualmente? Depois eu digo que prefiro gatos à pessoas e tem quem me ache radical! Devem ser pessoas sortudas, que só tem contato com gente racional, educada e sensata. Não é o meu caso, infelizmente.
Eu adoro pessoas inteligentes, elegantes e educadas. E só (!), porque a humanidade consegue ser muito inconveniente e chata. Apesar de adorar frases feitas como “eu não quero ser inconveniente”. Incrível, mas neste quesito não há necessidade de “querer ser”: as pessoas obtêm sucesso “sendo”, ainda que não “queiram”. Bom se tivessem a mesma habilidade para serem sensatas!

3-      Mesmo postando praticamente um print por semana de mulheres sendo “dispensadas” após me pedirem ajuda, algumas me abordam no Direct do meu Instagram (@claudemarchi3) sem sequer ter visto e lido a legenda das minhas fotos e fazem como essa daí: passam vergonha. Vergonha que poderia ser evitada com uma breve leitura e pesquisa acerca da mulher por trás do perfil na rede social mencionada. Infelizmente, estamos em 2018 e pensar, para algumas mulheres, parece que dói:

Em síntese digo-lhes que em 2016 escrevi tutoriais sobre o que significa ser acompanhante de luxo e como se deve agir para tornar-se uma desde que a sua motivação não seja unicamente o dinheiro.
Porque você nunca será boa em nada se só quiser o vil metal. Mais, corre o risco de ser uma frustrada que inventa necessidades para gastar o dinheiro que você ganha enquanto pisoteia na sua dignidade.
Mas, basicamente, para se colocar no mercado como prostituta/garota de programa/acompanhante de luxo (a denominação varia, a meu ver, de acordo com a postura da mulher) você precisa seguir estes 3 passos simples (nem precisa de muito Q.I. para isso!):
1-      Faça um ensaio fotográfico com um profissional da sua escolha. Um ensaio que transmita a mensagem sobre a profissional do sexo que você almeja ser, ou seja, algo com a “sua cara”;
2-      Entre em contato com um site de anúncio de acompanhantes do seu gosto, contrate o mesmo e pague o anúncio da forma combinada;
3-      No seu anúncio constarão a sua descrição e telefone. Pronto! Agora aguarde e agende seus encontros com quem quiser, afinal você não é “obrigada” a nada neste mundo!
Deu?! Espero que tenham conseguido entender.
E que nunca mais mulher nenhuma use o meu telefone celular para me ligar ou chamar-me em minhas redes sociais para me pedir ajuda.
Brasília/DF, 08 de maio de 2018.
Cláudia de Marchi


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.