Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 26 de maio de 2018

Duas horas de brindes, gargalhadas e orgasmos múltiplos num lindo sábado!

Boa tarde gente linda!
Eis que hoje tive um reencontro delicioso com um parceiro sensacional que, sempre que possível, vem ao meu encontro.
Trouxe uma Moët Chandon para brindarmos a minha participação no SuperPop da última quarta-feira (23/05) que ele assistiu! Rimos e nos divertimos muito conversando sobre os assuntos abordados, minhas opiniões e ideias que não pude manifestar, apenas pensar... Risos... (Apesar da minha indisfarçável cara de "ranço"!). 
Todos esses papos e risos se deram entre muitos e muitos beijos calientes!
Até que, finalmente, o "approach" especialíssimo nos fez deixar as taças de cristal de lado para nos entregarmos ao melhor dos prazeres mundanos! Ele abriu meu vestido, colocou-me de costas deitada na cama e me chupou inteira, depois virou-me e me fez gozar incontáveis vezes naquela boca deliciosa.
Nos beijamos e, então, eu pedi para ele deitar-se e o chupei com muito, muito tesão! Praticamente gozando de tão desejosa! Ele terminou gozando na minha boca e beijando-me em seguida! Uma delícia completa... 
Seguimos bebericando a deliciosa champanhe e conversando, mas logo estávamos aos beijos e eu o chupando mais! Ele espichou o braço, colocou a camisinha e eu sentei no pau dele! Fazia squirts incríveis molhando-o inteiro enquanto ele me beijava! 
Depois ele me virou, sobre mim continuou metendo na minha boceta e me sentindo gozar até que não resistiu e gozou novamente!
Apesar de ser solteiro ele tinha compromissos familiares! Foi tomar uma ducha e, a seguir, seguiu para os seus afazeres! Deixando o valor das duas lindas horas que passamos juntos no costumeiro local (sobre o frigobar)... Bem, tive uma tarde excelente e com direito a algumas horinhas de sono para descansar a beleza!
Tenham um lindo final de semana!
Beijos de luz!

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