Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Primeiro encontro sexual da semana: perfeito, apesar de breve!

Boa tarde pessoas amáveis que me acompanham!
Há algum tempo um lindo e educado homem havia me contatado, mas não nos encontramos. Salvei seu nome com "gato" ao lado, pois merecedor. Coloquei na lista dos que teriam preferência. 
Hoje pela manhã ele me contatou: português correto, havia acessado meu site, estava ciente acerca do valor, educado e lindo, agendamos um encontro e 20 minutos após ele chegou. (Usou uns termos que não gosto muito como "atendendo" e "fica", ao invés de "reside" ou "mora", mas não dei atenção, afinal era educado, bonito e eu queria muito transar!).
O moço era bonito quanto na foto. Beijo magnífico! 
Em poucos segundos eu estava deitada e ele me chupando. Gozei algumas vezes na boca dele que, por sua vez, estava trajado ainda. 
Fiquei de joelhos na cama, tirei o vestido e o sutiã enquanto ele se despia. Chupei-o e continuamos aos beijos. 
Ele colocou a camisinha, comeu a minha boceta sobre mim, me fez gozar de imediato e fazer squirts nesta posição. Depois, comigo de costas meteu na minha boceta e não resistiu por muito tempo, acabou gozando.
Bem, eu tive meus primeiros orgasmos "sexuais" da semana (obviamente me masturbei muito desde meu último encontro)! Valeu a pena cada segundo.
Tomei uma ducha rápida, voltei ao quarto e ele estava mexendo no celular, então percebi que, infelizmente, ele estava apressado. Foi tomar um banho e me contou que estava "correndo". Lastimei o fato de não podermos transar mais uma vez! Eu queria mais, muito mais, sobretudo depois daquela "entrada" espetacular.
Ele foi para seus afazeres e eu fui trocar os lençóis e achei uma caneta que ele perdeu. Guardei-a no meu armário, agora vou seguir com minhas leituras que, graças ao feriado estão atrasadas. Conto com o retorno do belo moreno para fazermos o que não fizemos hoje!
Tenham todos uma linda quinta-feira!
Beijos de luz!

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