Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Um encontro fantástico para terminar a semana e o "gaúcho de Passo Fundo".

Boa tarde pessoas lindas!
Estou nas nuvens após um banho demorado que sucedeu um encontro formidável para terminar está semaninha curta, mas excelente!
Fiquei um pouco mais de uma hora na companhia de um homem muito especial. Semana passada não nos encontramos, logo matamos a saudade com beijos deliciosos e muito carinho.
Ele me fez gozar me chupando, me chupando e me tocando! Acarinhou-me de costas, me masturbando e lambendo meu cuzinho. Virou-me, beijou-me, esfregou-se em mim e me disse que queria me comer. Chupei-o um pouco enquanto ele abria a camisinha que estava ao lado, sobre o frigobar.
Ele colocou e eu sentei no pau dele. Senti-lhe lá dentro e logo comecei a gozar. Beijava-o e gozava com ele na minha boceta. Na sequência comecei a fazer squirts e ele ficou incrivelmente excitado e metia mais rápido de forma que, com o impacto dos corpos, voasse gozo em nossos corpos! 
Gozei intensamente e ele também!
Continuamos deitados, realizados e satisfeitos. Ficamos abraçados por um tempo e conversando sobre diversos assuntos dos sérios, incluindo política, radicalismos desnecessários até "ditados gaudérios". Risos... Eu disse pra ele que Passo Fundo, minha cidade nata, é a terra do Teixeirinha. Ele não conhecia o Teixeirinha. 
Rimos muito, pois minha cara de espanto foi cômica... Risos...
Sendo assim, especialmente para ele e para todos que não conhecem o "gaúcho de Passo Fundo", fica aí a música na versão original do Teixeirinha e a do Walther Morais com o Serginho Moah (da banda Papas da Língua) !
Bom final de semana à todos!
Beijos de luz!


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