Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Uma manhã repleta de squirts e um sexo oral safadíssimo!

Boa tarde meus leitores e leitoras amáveis!
Hoje acordei e um cliente adorável havia me mandado mensagem, mas não pude recebê-lo, pois tinha uma reconsulta odontológica.
Todavia, em torno de 11 horas ele veio ao meu encontro. Contou-me que estava viajando para um dos locais em que fui com minha mãe e tias no verão.
Conversamos um pouco sobre um encontro que não ocorreu por razões "políticas"...Risos... (Só ele e o cliente em potencial- que não teve sorte- e foi por ele indicado, entenderão).
Como eu cheguei às pressas e fui tomar um banho, estava só de salto e com um robe quando ele chegou. Nos beijamos, ele me colocou de pé, contra a parede e me masturbou até me sentir gozar e fazer squirts. Escorreu pela minha perna!
Despiu-se e esfregava o pênis em mim enquanto me masturbava. Colocou-me deitada, me chupava e continuava me fazendo gozar a ponto de molha-lhe o rosto inteiro! Ele estava excitadíssimo com isso, assim como eu que beijei-o e lambi sua face molhada com meu gozo.
Colocamos a camisinha, ele comeu a minha boceta, me sentiu apertá-lo e gozar mais. Eu pedi para chupá-lo, mas ele não quis. Colocou-me de quatro, comeu mais minha boceta e depois meteu no meu cuzinho. 
Fiz mais squirts assim, molhei os lençóis! Deitamos satisfeitos! Ele pegou uma água no frigobar a meu pedido, conversamos um pouco, mas logo ele teve que seguir para a sua rotina.
Eu fiquei alegre e satisfeita, deitei-me após uma ducha e fui almoçar. Ontem terminei as duas temporadas de The Catch e comecei Revange. Uma série antiga, também produzida pela ABC Studios e bem interessante. Estou gostando, mas revezo com a leitura de um livro da Hannah Arendt.
Bem, tenham todos uma linda tarde!
Beijos de luz!

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