Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 22 de maio de 2018

Uma noite mais que perfeita para começar bem uma semana linda!

Boa noite pessoas iluminadas que me acompanham!
Eis que, depois de algum tempo, ontem reencontrei um homem incrível que me realiza em todos nossos encontros e noites que passamos juntos!
Além de passarmos uma noite de pouco sono e muito prazer, carinhos e risos juntos, conseguimos ir jantar num local discreto e agradável, de minha preferência, afinal, infelizmente, ele não reside em Brasília.
Como havíamos combinado, tão logo ele se liberou eu fui ao seu encontro no hotel. Ele estava, ainda trajado, pois não teve tempo para tomar banho. 
Nos beijamos demorada e acaloradamente antes de ele ir tomar uma ducha. Tomei uma água enquanto lhe esperava!
Eu o esperei vestida, porém sem o blazer que usava. Acho que tirar a roupa, sendo ela elegante, faz parte da química e do prazer que antecede ao sexo com entrega. 
Ele tirou minha calça, minha blusa e, depois de beijar-me inteira, ainda com a calcinha de renda, tirou-a. Me acariciou os seios, me chupou e me fez gozar em sua boca. Então, pedi para deitar-se e o chupei. Abocanhei-o com vontade, pois desejosa e saudosa.
Deitei-me ao seu lado, ele levantou-se, colocou-me na beirada da cama e após colocar o preservativo meteu na minha boceta. Em segundos eu estava jorrando gozo! Uma, duas, três, mais de 30 vezes sem dúvida. Ele estava extasiado. Pediu se poderia colocar no meu cuzinho e, com minhas pernas erguidas em tal posição, colocou. Continuei fazendo squirts até que ele se entregou ao gozo.
Quando nos "desencaixamos" todo aquele gozo escorreu pelo meu corpo! 
Fomos tomar um banho e, na sequência e com discrição, saímos para jantar. Degustamos um belo prato e vinho, antes de voltarmos ao hotel.
Subi um pouco antes e lhe esperava de camisola, após a higiene bucal. Nos beijamos, nos chupamos mutuamente e, tal como antes, ele comeu minha boceta e meu cuzinho. Desta vez, porém, mudamos de posição e eu consegui ficar sobre ele e sentar com meu rabo naquele pau delicioso. Gozei muitas, muitas, muitas vezes!
Eu disse que queria sentir ele gozar, desta vez, na minha boca. E, antes do "gran finale", tiramos o preservativo e ele se masturbou até eu engolir todo seu gozo.
Tomamos um banho e, tarde, deitamos para dormir. Hoje pela manhã ele tinha compromisso e não podemos aproveitar inteiramente o sexo. Eu gozei, mas o dever o chamava, infelizmente.
Bem, amanhã estou indo para São Paulo para, novamente, participar de um programa da querida Rede TV. Quando for ao ar eu lhes aviso!
Após está noite perfeita, dediquei meu dia ao descanso e à beleza. A cidade não está bem frequentada hoje, a julgar pelas mensagens abomináveis que recebi, como está, por exemplo:

Eu gargalhei, minha mãe também quando li para ela! Brasília é uma cidade que, quando lota, eu só passo raiva. Idiotas abonados não me interessam. São idiotas e nunca deixarão de ser. Tenho asco de homem sem fineza!
Enfim, que a semana de vocês seja 1% do que foi a  minha noite de segunda para hoje e, garanto, será magnífica!
Beijos de luz!

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