Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Duas horas deliciosas para começar a semana resplandecendo beleza!

Boa noite prezados leitores e leitoras!
Hoje, tive um "almoço" incrível com um cavalheiro que desde 2016 me faz companhia e me "gera" orgasmos incontáveis e deliciosos.
Ele viaja muito para o exterior, e hoje estava aqui!
Como de costume, ficamos duas horas juntos, antes da minha adorável manicure chegar.
Eu chupei ele até engoli-lo inteiro! Então ele colocou uma camisinha especial que trouxe! Sentei no pau dele, gozei horrores e, depois com ele sobre mim e, por fim, de quatro, no meu cuzinho, quando, enquanto eu fazia squirts, ele "brincava" até gozar.
Conversamos um pouco sobre o nosso dia a dia e minhas questões hodiernas anti-patriarcado. Para ser sincera, anti-meu próprio pai, que se iniciou domingo retrasado e cujas razões só quem eu realmente confio e aprecio saberão.
Todavia, eu estava precisando ir ao toalete. Fui, voltei, dialogamos um pouco mais e logo eu estava com aquele pau gostoso na minha boca.
Ele colocou a "nossa" camisinha e meteu na minha boceta sobre mim, falando-me palavras indecorosas e sinceras e me sentindo gozar quente no pau dele. Colocou-me se quatro e metia na minha boceta enquanto eu gozava. O mesmo comigo de quatro, enquanto me apreciava inteira, mordendo-me o pescoço com um tesão ímpar. Gozei incontáveis vezes, gozamos, enfim!
Não tardou para chegar a "hora" dele, então, fui tomar uma ducha e, enquanto ele tomava o seu banho, conversamos.
Ele deixou o valor das duas horas embaixo do meu Buda e, realizado, tal como eu fiquei, seguiu para seus afazeres. Eu almocei um peito de frango grelhado (dieta pós-tattoo) e aguardei a Jullya Marina, minha manicure especial que atua, também, na Bibi Dondoca, aqui na Asa Norte.
Agora vou assistir seriados com mamãe!
Beijos de luz!

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