Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 26 de junho de 2018

Saindo de viagem mais relaxada e tranquila...

Boa tarde lindos humanos que me acompanham!
Adorei a entrevista e, sobretudo, o profissionalismo, a simpatia e a postura da jornalista Clara, do Metrópoles, que me entrevistou hoje entre o final da manhã e o início da tarde.
Vim para casa mais relaxada, descansei um pouco, mas um dos meus adoráveis cavalheiros estava passando pela cidade e, haja vista que eu estou saindo logo mais à noite, aproveitei a oportunidade para nos reencontrarmos!
Ele chegou muitíssimo bem vestido, belo terno. Quis tomar um banho enquanto eu lhe esperava, praticamente seminua. Nos beijamos muito, ele me acariciou, me chupou, colocou a camisinha e, sobre mim, me fez gozar diversas vezes!
Tornou a me chupar após sentir meus squirts, voltou beijando-me a boca com muito tesão e, minutos depois, também gozou.
Conversamos por um bom tempo sobre a má qualidade dos advogados, juízes e demais operadores do Direito com os quais "cruzamos" por aí! Ele é um pouquinho mais velho, porém muito mais experiente do que eu. 
Após um tempo ele precisou ir para seus afazeres, eu tomei um bom banho, comi um bife enorme de alcatra com queijo gouda e, por fim, terminei de arrumar a mala.
Logo mais sigo para o aeroporto!
Até o dia 30/06, caros leitores e leitoras!
Beijos de luz!

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