Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 12 de junho de 2018

Véspera de dia dos namorados dos deuses!

Bom dia adoráveis seres humanos que me acompanham!
Eis que tive, na véspera deste dia dos namorados, um reencontro incrível com um cavalheiro lindo, querido e que tem um apreço e um talento imensuráveis para o sexo oral!
Uau! Combinamos o horário e eu fui ao seu encontro. Conversamos um pouquinho acerca de uns problemas familiares-jurídicos que eu estou enfrentando na defesa dos interesses da minha mãe face ao meu próprio pai, mas logo nos entregamos a beijos deliciosos e, a partir de então, esqueci de todos os inconvenientes que venho tendo desde a manhã deste domingo quando fui obrigada a admitir que as características atribuídas pelo Luís Roberto Barroso ao Gilmar Mendes, há alguns meses, caem como uma luva no "excelentíssimo senhor meu genitor" ("mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia").
Antes mesmo de tirar as calças ele tirou meu vestido, colocou-me deitada e me chupou muito. Gozei incontáveis vezes na sua língua deliciosamente atrevida que até meu cuzinho costuma "penetrar"...
Depois de um bom tempo ele tirou a calça e eu o chupava, enquanto ele me tocava. Mas, ele "desceu" para me chupar mais, para comer-me, literalmente, inteira com a língua. Meus orgasmos continuaram deliciosos e, por fim, chupei-o até gozar na minha boca.
Conversamos um pouco, fui tomar uma ducha e voltei. Ele estava usando o notebook, pois tinha algo a fazer, mas logo deixou-o de lado e voltou a me beijar e chupar! Muito e deliciosamente! Eu estava louca para senti-lo em mim, então o "chamei", chupei-o enquanto ele pegava a camisinha. Meteu sobre mim com um travesseiro embaixo do meu bumbum! Gozei e fiz squirts com ele metendo na minha boceta e no meu cuzinho!
Uma delícia de transa que terminou deixando-me de pernas bambas e rendeu-me horas de um sono intenso que só foi "interrompido" pela fome. ... Risos...
Bem, desejo-lhes uma linda terça-feira e uma excelente semana!
Beijos de luz!

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