Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 13 de julho de 2018

O melhor do sexo com um dos meus cavalheiros "grandemente" deliciosos!

Boa tarde adoráveis leitores e leitoras deste meu Brasil!
Tive hoje um formidável reencontro que já estava marcado há quase uma semana. O cavalheiro é simplesmente fantástico: corpo perfeito, alto, lindo, humorado, inteligente e todo, absolutamente, todo "grandioso"!
Claro que nada disso seria de fato virtuoso se a pegada não fosse, igualmente sensacional e os beijos, ah, os beijos deliciosos! Chegando ao meu encontro beijou-me acaloradamente, colocou a mão por baixo do chambre que eu trajava e me masturbou, me deixou com um tesão ainda maior do que o que eu já estava imaginando-o.
Foi tomar uma ducha, pois vinha do trabalho e veio, enrolado na toalha, sobre mim, com aquele pau duro, muito duro. Me chupou até me fazer gozar e me masturbou o cuzinho e a boceta até sentir eu fazer squirts gozando!
Na sequência ele colocou a camisinha e meteu na minha boceta me levando ao delírio de tesão, mas eu queria chupá-lo, queria engolir aquele pau grande e grosso! Tiramos a camisinha e eu o chupei, chupei muito! Colocamos outro preservativo e eu sentei nele gozando insanamente.
Depois ele meteu em mim de ladinho, eu gozava litros assim, bem como com ele metendo em mim de costas! Uau, que delícia! Aquele homem enorme metendo na minha boceta acariciou meu cuzinho e logo eu pedi para ele meter o pau nele.
E, lentamente ele meteu até colocá-lo todinho em mim. Eu rebolava para "saboreá-lo" com meu corpo enquanto gozava, gozava intensamente! Ele metia forte, gostoso e sentava inteiro no meu rabinho, observando e sentindo eu gozar e ir à loucura de prazer assim!
Ele não estava mais aguentando e gozou assim no meu cuzinho! Ficamos de lado, abraçados, mas sem ele tirar. Eu ainda podia gozar apertando-o lá dentro! Uma completa delícia que foi sucedida de papos excelentes e divertidíssimos sobre a horda de homens idiotas que me abordam e daqueles que, sem saber que ele me conhece muitíssimo bem, falaram mal de mim na sua frente após lerem as matérias no Metrópoles, semana passada, e no Uol nesta segunda-feira. Aqueles tradicionais adjetivos machistas de homem otário: "se acha", "puta, cobra caro e ainda escolhe os clientes", "eu não pagava, por aí tem outras 'melhores' e mais 'baratas'". 
Foi divertido, inclusive ouvir a versão dele acerca das verborragias que ouviu calado. Segundo ele falta experiência com acompanhantes por parte de quem fala isso e julga a estética de alguém que sequer conhece pessoalmente, afinal, mulheres vendendo unicamente seus corpos existem muitas, mulheres bonitas, inclusive, a questão é o teor do tesão com que "fazem", sendo a maioria "mecânica", fria e focada unicamente na grana, não no seu prazer e homens interessantes, destes que me satisfazem frequentemente, não são os "aborígines" que precisam pagar por sexo sob pena de morrerem sem transar, são homens deliciosos e que gostam de sentir que estão satisfazendo a parceira e não apenas a si mesmos como se estivessem se masturbando no banheiro vendo uma revista com a dona da bunda "da hora" (sempre tem uma por aí no Brasil).
Achei legal, porque enquanto eu percebi "só" a misoginia consubstanciada na "ira" com uma mulher que exercita a sua sexualidade como cortesã e, sim, escolhendo com quem transa (o que todo machista-misógino odeia!), ele viu a inexperiência do asno que acha que o que se "compra" é o corpo e não a atitude, o prazer de uma boa companhia, o calor de um papo inteligente e a diversão de estar com alguém que está ali porque quer e não apenas para "faturar".
(Achei legal isso, por isso escrevi sobre um dos tantos assuntos que tivemos em mais um de nossos inesquecíveis e lendários encontros!)
Ansiosa pelo próximo encontro, inclusive!
Beijos de luz!

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