Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Sexo despudorado e orgasmos múltiplos para "desfocar" da ansiedade que me atormenta!

Boa noite pessoas lindas!
Estou padecendo com meu transtorno de ansiedade nos últimos dias, logo, minha fobia social aumenta e meu desejo de conviver em sociedade diminui. 
Hoje agendei uma consulta numa clínica para sexta-feira que vem, espero gostar do psiquiatra e demais profissionais. 
Quando eu lecionava conseguia socializar, mas, depois que tornei-me cortesã fui me ensimesmando, ensimesmando e ensimesmando. Sou e sempre fui caseira, de pouca festa, balada e amigos, mas agora estou indo para o extremo de não querer sair de casa em hipótese alguma. Bem, eu tive um ataque de pânico em janeiro num shopping de Balneário Camboriú/SC! 
Na noite passada dormi de pouco à nada. Mil ideias para escrever, uns 5 livros esboçados na cabeça, temores, preocupações e um turbilhão de pensamentos me dominavam. E eu, teimosa que sou, fui tomar um remédio apenas pela manhã. Tento ao máximo evitar o ansiolítico, mas nem sempre consigo, infelizmente.
Hoje ao meio dia eu encontraria um cavalheiro que, por conta de desencontros, há quase um mês não nos encontramos, coisa que fazíamos quase toda semana, todavia eu precisava dormir.
Ao longo da tarde um delicioso e adorável parceiro me avisou que estava na cidade, mas que infelizmente não dormiria aqui, como de costume, todavia pode vir ao meu encontro. De regra passamos horas juntos, hoje não foi possível, mas o encontro ocorreu e, com ele, incontáveis orgasmos, squirts, bom papo e, claro, um alívio para minha mente e corpo cheios de energia.
Nos beijamos saudosos, tirei meu vestido e ele me chupou, com o pau duro, dentro da calça jeans. Me fez gozar muitas vezes assim e me masturbando! Depois de muito gozo ajudei-lhe a tirar a calça e o chupei! Estava saudosa daquele pau!
Chupei-o inteiro! Depois, delirante que estava, pedi para ele me comer. Colocou uma das camisinhas que trouxe e, a meu pedido, veio sobre mim. Me fez gozar e fazer squirts nesta posição e, depois, comigo sentando no pau dele, sentindo-o todinho enterrado em mim.
Ele pediu para engolir meu gozo, então coloquei minha boceta na cara dele e ele me chupou! Eu estava excitadíssima gozando assim, mas uma ameaça de câimbra me fez mudar de posição e pedir para ele me comer de lado.
Eu estava toda molhada com meu próprio gozo, então ele atolou no meu cuzinho. Gozei muitas e muitas vezes, assim como com ele sentado sobre mim, com o pau extremamente duro e eu rebolando nele.
Depois ele encostou-se na parece e, de costas, eu sentei com meu cuzinho no pau dele! Gozei e fiz squirts, ele sentia suas coxas molharem! Ficamos assim, eu gozando e sentindo-o inteiro e duríssimo em mim por um bom tempo. Pedi-lhe para que metesse de quatro, como normalmente fazemos e eu molho o chão dos quartos de hotel em que nos encontramos. 
Não foi muito diferente hoje e, nesta posição, ele acabou gozando. Depois deitamos, cansados, relaxados, felizes e com sede, e nos entregamos a outro prazer: o do bom papo. Trocamos ideias sobre terapia, ansiedade, Psicanálise, Psicologia e Psiquiatria. 
Na sequência, antes de voltar para a sua cidade, ele tinha uma reunião, então tomou uma ducha, nos despedimos "derretidos" e ele foi para seus compromissos.  
Eu tomei um longo banho, comi uns bifes de alcatra com umas pimentas mineiras deliciosas que um seguidor meu no Instagram, mandou-me lá do RS, onde reside. Adorei a surpresa e as pimentinhas! Agora estou assistindo a uma série chamada Bordertown. Nestes dias de ansiedade exacerbada tenho dificuldades de concentração, é tudo mais difícil do que de costume, não à toa, depois de anos, resolvi procurar um médico.
Bem, tenham todos uma linda noite de quinta-feira e, caso eu não apareça mais por aqui, vez que não é qualquer homem que me "anima", desejo-lhes, desde já, um lindo final de semana!
Beijos de luz!

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