Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

De sexta-feira a domingo, de um reencontro magnífico ao final da Libertadores: um final de semana perfeito do começo ao fim!

Boa tarde pessoas amáveis que me acompanham! Tive um reencontro fabuloso na noite de sexta-feira. Um reencontro aguardado há meses, com um cara que conquistou minha admiração e amizade, coisa que pra mim é ouro e concedo a poucos bípedes, costumo dá-la mais a quadrúpedes, como cães e gatos... Risos... Cheguei ao hotel um pouco mais cedo e matei a vontade de um Aperol. Logo ele disse que estava no quarto e fui a seu encontro com o drink que mal beberiquei. Papeamos um pouco enquanto ele concluía um trabalho e eu, a bebida. Estava ávida para tocar, beijar e sentir aquela pele gostosa, aqueles beijos deliciosos... Uiii, aiii! Depois fomos ao quarto da suíte, caímos na cama e ele me chupou. Maravilhosamente! Gozei a ponto de não notar algo cômico: ele não tirou minhas sandálias. E eu também não. Fato é que (e isso eu não contei-lhe!) o vestido com as alças abaixadas e erguido, a sandália chique de salto alto e ele entre as minhas pernas me deram um tesão louco! Eu o chupei assim, ele colocou o preservativo e comeu minha bocetinha assim e eu gozei horrores. Quando, comigo de costas, ele me “enrabou” fiz squirts, minhas coxas molharam e meus orgasmos foram super intensos. A roupa meio ausente, meio presente deu um ar animalesco a transa. E eu adoro o “animalesco”! Enfim, meu final de semana começou bem e terminou melhor ainda com a vitória do Flamengo na Libertadores sábado  e no Brasileirão, ontem, por “cortesia” do Grêmio. Assisti o jogo no sabadão, obviamente, em casa. Mamãe chegou ao longo da partida: tomei umas Heineken e conclui a noite pedindo uma pizza para comemorarmos uma das poucas “não vergonhas” que o Brasil pós-Bolsonaro fez no exterior. No jogo anterior, contra o Grêmio (meu time desde menina) torci pelo Flamengo. Por quê? Enquanto Renato Bolsominion Portaluppi convidou seu ídolo fascista para assistir, em São Paulo, a partida contra o Palmeiras realizada e vencida ontem, o Flamengo desmentiu Jair Bolsonaro, que declarou em 23/10, durante evento na China, que havia sido convidado por dirigentes do clube carioca para assistir à final da Libertadores que ocorreu sábado no Peru- afinal, graças às manifestações contrárias às políticas neoliberais que liquidaram com o Chile, mudou-se o local do jogo (aliás: são as mesmíssimas políticas do energúmeno Paulo Guedes). Na mesma oportunidade, o Flamengo  negou que forneceu a Bolsonaro o agasalho que ele deu ao presidente chinês, Xi Jinping). Ademais, a paixão dos flamenguistas é linda, em que pese a história da criação do time não seja. Então, sim, tive uma hora de sexo delicioso na sexta-feira à noite e um final de semana produtivo nos artesanatos com mamãe e feliz com a vitória do Flamengo. Que todos tenhamos uma semana tão boa quanto o meu final de semana! Beijos de luz! (P.S.: meu notebook ainda não está pronto. )

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