Olá pessoas lindas deste universo distópico que me acompanham! Numa bela tarde de sexta-feira, dia 08/11, dia no qual, à noite eu já havia combinado um pernoite com um cidadão brasileiro residente em Miami e que se mostrou bastante frustrante, (apesar do papo que antecedeu o date ter sido entusiasmante), tive uma experiência atípica e sensacional: um parceiro lindo e de longa data me convidou para ir ao seu escritório, pois estava sozinho. Na hora ajustei meus horários e fui ao seu encontro. Na antessala já nos beijamos e ali mesmo ficou meu vestido e sapatos. Fomos aos beijos à sala de reuniões. Ele colocou-me sobre a mesa e me chupou até me fazer gozar. Na sequência, colocou a Camisinha e meteu na minha boceta e, depois, na mesma posição, sobre meu corpo que estava na mesa se contorcendo de gozar, meteu no meu cuzinho. Uma deliciosa! A mesa e o chão ficaram molhados de gozo, assim que sai ele ocupou-se de apagar os vestígios daquela foda épica... Risos... Mais tarde, fui a Daniel Briand encontrar-me com o parceiro que, até então já era amigo, vez que fiz com ele o que evito: deixei o tesão intelectual falar mais alto, eis que, após chegarmos ao hotel a situação ficou bem caetanhesca: “Mas bem que nós fomos muito felizes só durante o prelúdio gargalhadas e lágrimas até irmos pra o estúdio mas na hora da cama nada pintou direito é minha cara falar não sou proveito sou pura fama”. O beijo dado na cafeteria foi discreto, típico de beijos em locais públicos. Mas, no hotel tudo o que eu conseguia me lembrar era da Izzy (vide Grey’s Anatomy) contando para Meredith de como foi o sexo com George quando ambos estavam sóbrios: “ele bica, bica, bica!”. Sabem beijos estalados em todo corpo? Ele bicava e eu tinha pena. Um cara tão inteligente, bonito, astuto, mas tão ruim de pegada! Depois de uma sessão chatíssima de óleo corporal (odeio!), começou a sessão oral (ele em mim, pois eu estava sem vontade e não finjo desejo). O cidadão não sabia lidar com as “coisas” lá embaixo, então eu parti para o que, pra mim, não tem erro: penetração. Tava ficando ótimo até dele começar a falar: “gosta assim? Queria que você g***** na minha boca!”. Ah, daí eu gritei pra parar, sair de cima e perguntei se ele costumava conversar sempre que transa, porque eu odeio macho que narra foda. Daí em diante eu comecei a ter muita dor abdominal. Findamos aquele sexo insosso, tomamos uma ducha e fomos jantar. Só não cancelei tudo, porque conversando ele era maravilhoso! O levei a um ótimo restaurante italiano jantar, comida ótima e papo magnífico, mas a minha cólica piorou. Isso, aliado ao desconto que ele me pediu para a noite (na verdade a disenteria foi somatização) fez com que eu cancelasse o pernoite. Conversas PRÉVIAS não ajudam muito nos meus encontros. Pseudointimidade só serve pra macho se achar mais especial do que é, porque homem especial e genial pra mim só existe um e nem o conheço pessoalmente, o Chico Buarque. Dos outros eu só quero pegada boa e zero barganha! Bem, aos poucos vou lhes inteirando dos meus últimos dias já que continuo sem notebook e escrever aqui através do celular é péssimo! Tenham um dia lindo! Beijos de luz! (Menos pra você que apoiou o Bolsonaro, pra você só escarrada na cara mesmo!).
Este blog tornou-se, em julho/2016, as sessões "Meu Diário" e "Tutoriais e Crônicas" do meu site www.claudiademarchi.com.br (CORRA LÁ!) Enfim, prezado cliente de bom gosto, acesse o site e se delicie com fotos e muito mais! Descubra que elegância, beleza, finesse, cultura e inteligência podem coexistir numa única mulher! Cláudia de Marchi, vulgo seu maior prazer! Tel. 61 9996 40 81.
Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.