Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Uma transa épica num reencontro igualmente delicioso!

Boa noite gente linda, do Brasil e do mundo, que me acompanham aqui!
Tive ao fim desta tarde um reencontro épico.
O adorável parceiro me contatou ontem, mas não dava pra ele vir ao meu encontro em virtude do horário, hoje, no entanto, (e para a minha alegria!), pudemos nos encontrar aqui em casa.
Os beijos dele são espetaculares! 
Sua boca, além de linda, tem talentos inomináveis!
Após longos beijos, deitei-me. Ele tirou a minha calcinha e começou a me chupar lentamente. Gozei muitas, muitas vezes e, embora eu estivesse afoita para chupar-lhe, pediu para eu colocar minha boceta em sua boca.
A posição e, sobretudo aquela boquinha assertiva, me deixaram louca! Depois, antes de me "permitir" chupar-lhe, me masturbou enquanto beijava meu pescoço. 
Alcancei-lhe a camisinha que estava no criado mudo, pois queria muito senti-lo em mim. Então, ele virou-me de costas e beijou-a inteira... Desceu para minha bundinha, chupando-me toda. Após, colocou o pau na minha boceta... Uau! Gozei incontáveis vezes, assim como, de lado, quando ele meteu no meu rabinho!
Ele conteve-se ao máximo para não gozar o que, com certeza, triplicou o meu prazer... Risos... Demos um "tempo" da penetração e eu me dediquei a chupar-lhe mais, todavia, antes de colocar outro preservativo ele pediu que, novamente, eu sentasse em seu rosto. Obediente, obedeci. (...Risos...).
Após colocar a camisinha, veio sobre mim. Gozei intensamente e fiz squirts. Ele explorou com toques, olhares e boca, cada pedaço do meu corpo nessa transa. Por fim, quando fiquei sobre ele e depois de muito (eu) gozar, ele entregou-se ao seu próprio prazer.
Como tinha um voo para pegar, após tomar uma ducha, seguiu ao aeroporto e eu fiquei aqui, feliz e com as pernas bambas. 
Nem só de pintura no atelier da minha mãe se fazem os meus dias, benzadeus!
(Tudo bem que também tem as vergonhas e raivas geradas pelo desgoverno fascista, mas o objetivo deste fim de texto é condizer com o encontro que tive: ser leve e doce).
Então, deixo-lhes aqui o meu "boa noite", vou jantar e assistir seriado.
Beijos de luz!


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