Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Primeiro (re) encontro do ano: melhor impossível!

Eis que nesta belíssima terça-feira o ano começou para mim! Os primeiros orgasmos da década a gente nunca esquece e eles não poderiam ocorrer sem um parceiro adorável que é mais do que mero amigo para mim! Em virtude do seu trabalho e, também, das festividades familiares do fim de ano, apenas agora nos encontrarmos. Eu viajo nesta quinta-feira, dia 09, e ele assim que eu volto, na terça-feira próxima, logo o tempinho que ele encontrou em sua agenda, apesar de curto (uma hora somente), foi magnífico e necessário. Ao fim da tarde ele chegou, lindo e vestindo seu “traje” de trabalho que eu amo! Nos beijamos acaloradamente e fomos ao meu quarto onde ele tirou meu vestido, e, comigo ainda em pé, abaixou-se para me chupar. Deitei e ele continuo, me fazendo gozar algumas vezes. Depois, a meu pedido, tirou a cueca e eu desci chupa-lo. Ele me pediu para sentar-me em sua boca! E, assim, de uma forma deliciosa, me fez gozar muito! Na sequência, colocou a camisinha e eu sentei nele: gozei imediatamente. E segui gozando com ele sobre mim e, sobretudo, quando, com minhas pernas erguidas e em cima de mim, ele comeu o meu cuzinho! Após essa transa fenomenal, conversamos bastante, rimos e nos acarinhamos muito. Mais tarde ele teve que ir e eu fiquei, obviamente feliz e realizada. Bem, desejo à todos uma linda quarta-feira! Beijos de luz! (P.S.: continuo sem notebook, amanhã viajo para o rio e regresso na tarde do dia 14/01).

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