Ontem tirei essas fotos, agora resolvi postar.
Este blog tornou-se, em julho/2016, as sessões "Meu Diário" e "Tutoriais e Crônicas" do meu site www.claudiademarchi.com.br (CORRA LÁ!) Enfim, prezado cliente de bom gosto, acesse o site e se delicie com fotos e muito mais! Descubra que elegância, beleza, finesse, cultura e inteligência podem coexistir numa única mulher! Cláudia de Marchi, vulgo seu maior prazer! Tel. 61 9996 40 81.
Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan
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quarta-feira, 6 de novembro de 2019
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Selfies e nudes após um domingo "melaninando"!
Depois de mais de um mês sem tomar sol, ontem encarei o "astro rei"!
Durante anos o meu bronzeador preferido era o da Banana Boat, mas desde 2016 estava usando os da Australian Gold, anteontem, porém, comprei aquele que, por décadas, iluminou minha pele, resumo: o bronzeador da Banana Boat é imbatível!
Em poucas horas já ganhei uma corzinha bem melhor do que o branco-amarelado que ostento quando não me bronzeio com frequência.
Deixo aqui com vocês algumas selfies que tirei ontem, algumas de biquíni e outras sem, afinal, meus leitores e leitoras assíduos, merecem!
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
Nudes e minha libido narcísica!
Essa semana tirei mais umas fotos nua.
(...)
Para ser bem sincera, me excito vendo meu corpo e a fotografia aumenta esse tesão meio narcísico que me consome atualmente.
Em consequência disso, ando bastante inspirada no quesito "masturbação" já que, haja vista a burrice e/ou falta de beleza e fineza da maioria dos homens que me contatam (que existem, no mundo na verdade, isso sem contar aquele subtipo de asno asqueroso: o bolsominion!) faço bem menos sexo do que meu corpo deseja!
De toda forma, achei interessante postar essas fotos.
Sou leal aos meus fãs e leitores.
Bem, vou me masturbar e seguir assistindo a 18º temporada de Law and Order SVU...
Beijos de luz!
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
FOTOS SENSUAIS, VULGO, "NUDES".
Estava de bobeira nessa manhã de segunda-feira e resolvi tirar umas selfies picantes já que não tenho a mínima vontade de posar para um novo ensaio sensual.
Quem me conhece bem sabe que tenho certa timidez.
Não faço questão de ser o centro das atenções em ocasião alguma.
Pelo contrário, prefiro chamar a atenção pela discrição e elegância do que pela exposição demasiada, seja em fotos, em roupas vulgares ou em qualquer ambiente.
Ensaios fotográficos me causam certa preguiça, pois tratam-se de uma sessão de narcisismo compartilhada (com o fotografo ou fotografa), algo tipo: "Olhe como eu sou linda".
De fato, me acho linda.
Amo meu corpo e não o trocaria pelo de pessoa alguma no universo e, justamente, por ser super segura de mim, não tenho necessidade de chamar a atenção e ser vista ou admirada.
Logo, realmente, prevejo que só o que vocês terão por aqui serão selfies e vídeos caseiros (essa semana pretendo fazer um), pois, sozinha e até em meu Instagram (@claudiademarchi.escritora) eu não tenho pudor em praticar a exibição das minhas curvas.
Seguem algumas fotos para a alegria de quem gostar e para o "foda-se" dos desagradados e desagradadas que me seguem!
(Observações:
1- Estou com uma manchinha de "queimado" de peeling no lado direito do rosto, antes de descamar fica assim;
2- Estou sem maquiagem como de costume).
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 14 de outubro de 2019.
domingo, 15 de setembro de 2019
‘Revolução Laura’ e o ‘nada de novo no front’ na nossa nação de iludidos iludíveis.
‘Revolução Laura’ e o ‘nada de novo no front’ na nossa nação de iludidos iludíveis.
Eu não tenho ídolos.
Para ser bem sincera nem me lembro de ter tido algum deles na vida.
Certamente nunca idolatrei cegamente ninguém.
Nenhuma pessoa.
Nenhum líder.
Nenhuma ideologia.
Nenhum credo.
Nenhuma religião.
Nos tempos atuais posso parecer desagradável aqui, mas não deixarei de estar presente assinalando o meu pensar e a minha verdade.
Se inteira acerca deles quem quer e gosta.
(Quem não gosta e ainda assim o faz, sugiro que procure um psiquiatra!).
Eu verso contra o machismo e a misoginia dos quais eu sempre fui vítima.
Verso contra o racismo.
Contra o genocídio negro.
Verso contra o fascismo e também contra o mainstream e as injustiças sociais.
Pois, Manuela d'Ávila lançou recentemente um livro chamado “Revolução Laura”.
Basicamente ele trata de sua trajetória como mãe e a relação com a filha de 2 (dois) anos ao longo de sua aventura nas eleições passadas.
Manu começou a sua carreira política em 2004 como vereadora de POA. Foi deputada federal pelo RS e elegeu-se deputada estadual em 2014, abstendo-se da candidatura à prefeitura de POA em 2016 para cuidar de Laura que tinha 5 meses de idade.
Ao contrário da maioria das brasileiras ela foi mãe quando estava extremamente estruturada, com quase 40 anos de idade.
Analisando os anos de trabalho e bons rendimentos amealhados, pode-se dizer que ela tinha uma conta bem polpuda quando se absteve do “trabalho” (candidatura à prefeitura de POA) para se dedicar à maternidade.
Seu marido é um músico renomado no Rio Grande do Sul e no Brasil.
Manu é filha de desembargadora e de professor de universidade federal.
Ou seja, é herdeira de um nicho de intelectuais, logo, não me espanto que tenha enveredado pela Política desde jovem.
Ora, minha gente, ela exercitou/exercita a maternidade com privilégios que poucas mulheres possuem!
E sim, eu gosto muito dela!
Muito, muito mesmo.
Ocorre que, valendo-me de uma análise acerca de obviedades e cultura política brasileira, a minha pergunta aqui é: cadê a “revolução” da história dessa mãe brasileira?
“Ah, mas eu gosto da Manu! Vou comprar e ler o livro, pois apoio a Manu...”.
Aham, eu entendo você!
Esse raciocínio não difere muito daquele de quem leu sobre meus livros e decidiu não adquiri-los, afinal “pra que vou ler outro livro de ‘puta famosa’, se já teve o da ‘Surfistinha’?!” ou dos que pensam que “toda puta é igual, só quer dinheiro”.
Trata-se de conceito baseado em preconceitos: num caso positivo, noutro negativo.
Bem, já que falo de figuras políticas, digo que eu, por exemplo, gosto do Ciro e discordo de centenas de atitudes dele.
O mesmo do Lula, que quero livre por apreço à Constituição e ao devido processo legal.
Inclusive, foi o melhor presidente que o país já teve, não à toa desperta tantos sentimentos redundantes em seus oponentes que fomentaram a histeria antilulopetista.
Lula merece ser libertado, pois está preso por um processo de cartas marcadas.
Preso sem provas e injustamente.
Eu respeito o Estado Democrático de Direito, portanto o quero livre.
Eu respeito a razoabilidade.
Respeito o bom senso.
Respeito o senso crítico particular de cada cidadão deste país.
E respeito até a lógica ilógica que só diz respeito a você!
E é essa incoerência que trato neste texto: os “herdeiros da pampa pobre”, aqueles que vieram de famílias desabastadas financeira, cultural e intelectualmente, via de regra, sempre estiveram longe das esferas do Poder neste país.
O nosso sistema é previsível, elitista e politiqueiro, até porque a massa é manipulável e iludida.
Iludível, sobretudo!
Ademais, o brasileiro fomenta atitudes populistas e aqui falo das atitudes lulistas, bolsonaristas e manuelistas!
Estude um pouco acerca do pedigree da maioria dos políticos brasileiros e descubra que raros são os que contrariaram a lógica de que “os de cima sobem e os debaixo descem”.
Raras são as Marielles e os Davids Mirandas na política brasileira!
No fundo tudo é muito, muito previsível no nosso sistema e aparentemente o povo apoia essa “convencionalidade”, afinal, deste simples “exemplo” uma foi executada e o outro vive sendo perseguido pelos “cidadãos de bem” que sabem de pouco a nada da sua trajetória.
Nesse sistema ao qual me refiro, alguns são excluídos, outros não.
Alguns são respeitados, outros são colocados à margem.
Alguns são “dignos” de pompas por qualquer banalidade que façam, outros não são dignos de nada.
“Revolução Laura” consiste na narrativa de uma mãe branca, feminista, classe média, pertencente à elite cultural gaúcha, inserida na carreira política desde novinha e que, gozando de boa remuneração, resolveu levar a filhinha consigo na campanha presidencial.
Pergunto: como faria para seguir sua carreira política, se tornar famosa de ponta a ponta no país e, claro, jamais negarei isso, influenciar positivamente pessoas e mostrar a força de uma baita mulher e política idônea, se não fosse desta forma, vez que Laura tinha somente 2 anos quando Manuela aceitou a pré-candidatura a presidência pelo PC do B e, posteriormente, a concorrer como vice-presidente pelo PT?
Era isso o que lhe restava em tal momento, pois se Manu sempre se destacou como profissional e como feminista, era elementar que também o fizesse como mãe!
Não vi novidade em sua conduta, para sintetizar o assunto.
Não percebi nada revolucionário, apenas o óbvio que, por sua vez, fez muitas pessoas ficarem boquiabertas e emocionadas quanto a ele (o assunto).
O brasileiro precisa parar de romantizar fatos, atos e pessoas.
Precisa usar o senso crítico!
Precisa pensar além do óbvio e, quem sabe um dia, não permitir-se cegar por nada ou por ninguém!
Se tivéssemos um povo com tal noção a política brasileira estaria livre de uma família de mafiosos políticos que hoje espalham vergonha mundo afora!
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 15 de setembro de 2019.
terça-feira, 10 de setembro de 2019
Sobre (des) confiança e desapontamentos.
Sobre (des) confiança e desapontamentos.
Esse
é o pior ano da minha vida. Em 2019 vivencio um ano em que, apesar dos sórdidos
pesares, eu sou uma mulher um pouco mais madura e experiente, mas nem por isso
me sinto menos pequena e medíocre nesse momento em que lhes escrevo.
Leio
textos de colegas escritores.
Vejo
opiniões excelentes sobre política. Algumas mais sucintas e razoáveis do que
outras.
Às
vezes me identifico e concordo, noutras não. Mas respeito e eventualmente
repenso o meu pensar. Todavia me vejo cercada por isso: opiniões, filosóficas
ou jurídicas, acerca do atual e infame desgoverno.
Pela
primeira vez em minha vida vivencio uma fase em que, apesar de saber quais são
os meus princípios e valores, penso: “Mas escrever não é algo demasiado
arrogante?”.
Querer
passar o que penso adiante não seria uma espécie de prepotência ignorante?
Da
arrogância típica dos seres que sabem de pouco a nada acerca da vida, mas
creem-se donos da verdade?
Escrevo
publicamente em redes sociais desde 2002/2003.
Apenas
agora venho questionando a importância desses atos (escrever e divulgar meus escritos).
Seria
isso uma crise de inspiração?
Não
sei!
Se
não sei de nada hoje em dia, menos ainda sei nominar esse cansaço e essa
preguiça que me fazem querer estar calada virtual e socialmente.
A
maioria dos textos que leio é de pessoas sensatas e, independente de suas
preferências políticas, os sensatos são, no Brasil, afins em relação às
críticas ao atual governo que nos adoece diariamente.
Penso
em escrever sobre sentimentos, sobre desapontamentos, sobre dificuldades
financeiras e sobre “apertos” diversos, mas penso: “Nenhum dos meus colegas (que escrevem para a revista Caos Filosófico) passa por isso, o Brasil está um caos, todavia ninguém quer ler nada correlato
a tal assunto ou sobre o seu cotidiano de acompanhante de luxo que rema contra
a maré da hipocrisia praticamente desacompanhada!”.
Dentro
de todo esse quadro de "só sei que nada sei”, há meses uma pessoa entrou em minha vida, em teoria, de forma despretensiosa, demonstrando preocupação com minhas eventuais crises de ansiedade e dizendo-me querer, apenas a minha amizade, ainda que virtual.
Essa
pessoa me disse que o mundo é repleto de seres maldosos e sem sensibilidade
para entender a minha sinceridade e intensidade, e que, portanto, preocupava-se comigo, pois eu me "expunha" demais.
Ele me dizia de forma afável, quase paternal, que meus textos e "luta" contra o mainstream só serviam para me desgastar física e psiquicamente e que, no fundo, de nada repercutiriam em mudanças no mundo como ele é.
Exausta que eu estava, vi sentido em suas palavras.
Ele me dizia de forma afável, quase paternal, que meus textos e "luta" contra o mainstream só serviam para me desgastar física e psiquicamente e que, no fundo, de nada repercutiriam em mudanças no mundo como ele é.
Exausta que eu estava, vi sentido em suas palavras.
Por outro lado, sempre fui muito densa e franca e sempre tornei públicos os meus
sentimentos e pensamentos: de blogs até jornais semanais!
A
escrita está presente em boa parte da minha vida adulta.
Não
sei, no entanto, porque dei tanta atenção às opiniões de tal pessoa, mas ela me
parecia boa apesar de alguns pesares que passou e que eu nunca entendi como
“atos típicos de uma pessoa genuinamente bondosa”, mas me abstive de
julgar-lhe, afinal, quem sou eu no mundo para julgar alguém?!
Eu
já lhes falei que estive muito, muito, muito exausta psiquicamente neste ano?
Pois então, foi neste contexto em que tal pessoa me procurou sem, por momento
algum, demonstrar atração ou interesse sexual em mim. Surgiu sugerindo um médico carioca
de rara sensibilidade para tratar distúrbios de ansiedade.
Esse
indivíduo parecia-me amigável, justamente porque não tinha interesse em ter sexo comigo, chegando em minha vida apenas como um ser humano que sofre com o mesmo transtorno psíquico que eu (Ansiedade). Logo, aos
poucos, conquistou o meu respeito e carinho, mas sempre frisando que era
“diferente” e que eu não deveria me abrir tanto, pois muitos estão na internet para,
perfidamente, acompanhar minha vida, vibrar com minhas desgraças e ignorar meu
sucesso e louros.
O
amigo em questão conheceu minha mãe e até o seu afeto conquistou!
Nunca
“deitou-se” comigo, por outro lado teve, de mim, consideração e afeto: o que são, afinal, o despir de roupas e uns orgasmos perto do despir a alma,
caro leitor?
A
princípio nada ocorreria entre nós, pois, ao contrário dos “outros” homens ele
não seria capaz de trair a esposa e, para ficar comigo, deveria estar separado
dela. Logo, apenas vivenciamos um jantar, uma visita em minha casa, outra à
minha mãe em nossa loja, uma manhã num clube e um segundo almoço.
Eu
acreditei no que ele me dizia e achava que, todo sábado em que ele saia
“fugido” da minha casa, era porque não queria cair na tentação da infidelidade.
Achava aquilo meigo e romântico, tal qual eu sou. (Sim, no fundo no fundo e
agora bem no raso: frise-se que eu sou!).
Embora,
desde o primeiro encontro eu tenha lhe achado estranho, apesar de atraente e muito articulado, passei a crer em sua sinceridade, até porque suas palavras
corroboravam a boa impressão que eu nutria.
E foram muitas conversas virtuais! Foram muitas palavras que, agora sei, foram jogadas ao vento.
E foram muitas conversas virtuais! Foram muitas palavras que, agora sei, foram jogadas ao vento.
Todavia,
ocorreram beijos e, após eles, era comum algo íntimo vir a ocorrer entre duas pessoas adultas e maiores de idade.
Mas
ele fugiu novamente e não me contou que era sexualmente impotente.
Segundo
ele isso se deu graças ao fato da esposa ser demasiado fria com ele.
Esposa com quem ele está há praticamente duas décadas!
Esposa com quem ele está há praticamente duas décadas!
Disse
isso para mim- que estava confusa em meus pensamentos numa tarde ébria de domingo-, após ele ter saído correndo da minha casa na véspera.
Senti nojo.
Senti nojo.
Nojo,
raiva e sabe-se lá mais o que!
Até então, no entanto, eu acreditava nas dificuldades conjugais que ele me narrava, principalmente, via WhatsApp e não pessoalmente, como preferia dizer-me suas
palavras doces de paixão.
Incrível
como uma relação desprovida de contato físico e sexual pode nos afetar tanto!
Essa
pessoa me fez desconfiar de todos que me acompanham em redes sociais, muito
embora, até hoje, eu não saiba o nome dele on-line ou, mais especificamente,
o perfil que ele usa para me stalkear.
Nunca
transamos.
Nem
perto disso.
Mas,
num período horrível da minha vida, esse ilustre desconhecido aproximou-se
amigavelmente de mim e da minha família (mãe), expôs-se e conquistou a nossa
confiança.
Algo
tão difícil de ser conquistado!
Sequer
os profissionais que pago para isso conseguem fazê-lo, mas ele conquistou minha amizade num período que eu precisava de um amigo.
O
cara que sempre frisava o quanto valorizava a minha autenticidade nunca me
contou nada verdadeiramente íntimo a seu respeito. E, quando pôde, valeu-se das
justificativas típicas de qualquer covarde para justificar a mantença do “status quo”.
Como
estou hoje?
Feliz,
pois contrariando o que tanto ouvi de seus lábios aptos à mentira: estou me
"expondo" de novo! Ou melhor, estou fazendo catarse pela escrita,
coisa que sempre me fez muito bem.
Autores escrevem por amor a escrita e necessidade psíquica, não para conquistar aplausos alheios. Escritores escrevem para mexer com os nervos das pessoas, para incomodar-lhes, não para agradar a massa. Do contrário a escrita seria inócua! Infelizmente, por algum tempo afastei-me de mim, pois entretida na lábia desta criatura obscura.
Autores escrevem por amor a escrita e necessidade psíquica, não para conquistar aplausos alheios. Escritores escrevem para mexer com os nervos das pessoas, para incomodar-lhes, não para agradar a massa. Do contrário a escrita seria inócua! Infelizmente, por algum tempo afastei-me de mim, pois entretida na lábia desta criatura obscura.
Estou, porém ciente de que nada pode ser mais perigoso e
passível de usurpação, decepção e dor do que dar a nossa confiança genuína para
alguém. E esse texto é sobre isso!
É
sobre estar frágil, perdida e frustrada e ser atraída pelo ombro amigo afável
que, querendo ou não, lhe expõe a maldade do mundo, enquanto oculta a sua: não
lhe “dá” nada de superior em troca, pelo contrário, mostra ser só mais do
mesmo com pitadas de psicopatia!
Era
apenas um cara bonitão que criticava meus nobres clientes e deles
distava por uma questão que nada tinha a ver com superioridade ética e moral, pois era meramente física e/ou psicológica: a falta de
potência sexual.
Essa
história lhes parece tragicômica?
Pois
a mim parece!
O
único homem que conheci nos últimos 3 anos e que parecia ser “diferente” dos demais, era sexualmente inábil.
E,
sim, volto a expor o que sinto, penso e vivo nessa vida, porque se o que coloco no papel servir para uma única pessoa não se sentir só neste mundo insano, eu me considerarei realizada.
Essa é a base da vida de todo escritor: tocar uma alma!
Essa é a base da vida de todo escritor: tocar uma alma!
Sei,
hoje mais do que nunca, que não serão os sentimentos, as energias ruins e as
palavras do hater que mora longe de mim que me farão sofrer, chorar e
desconfiar da humanidade. O que faz isso são as palavras e a presença de um amigo que diz que ama a minha figura, mas é incapaz de amar a si mesmo.
Quem
magoa a nós, escritores, cronistas, “pseudocelebridades” e etc. não são os
medíocres que expõe seu ódio na internet, mas aqueles que entram sorrateiramente em nossas vidas e
demonstram que, por mais que digam que admiram a forma verdadeira com que
vivamos, não passam de mentiras. Mentiras escusas e acovardadas!
Ora, as pessoas nos magoam na medida em que lhes damos confiança e atenção.
Ora, as pessoas nos magoam na medida em que lhes damos confiança e atenção.
Se sinto
falta dessa amizade? Claro!
Sinto falta de ter alguém teoricamente inteligente com quem conversar, sinto falta de ter alguém que aparentemente se preocupava comigo e para quem eu podia contar coisas que não conto para meus parceiros sexuais. Sinto saudades da amizade doce e do é só “amor de amigo”, sem ilusões e sem beijinho na boca!
Sinto falta de ter alguém teoricamente inteligente com quem conversar, sinto falta de ter alguém que aparentemente se preocupava comigo e para quem eu podia contar coisas que não conto para meus parceiros sexuais. Sinto saudades da amizade doce e do é só “amor de amigo”, sem ilusões e sem beijinho na boca!
Sinto falta do carinho falso que recebi do amigo que me disse uma frase que já ouvi outras vezes na vida, na qual nunca acreditei piamente: “Eu não
confio em ninguém!”.
Eu
mesma já disse essa barbaridade sem crer no que falava, apenas querendo passar-me por
“inabalável”. Coisa que não sou, nunca serei.
Sou feita de carne, ossos, músculos, desejos, verdade e amor no coração!
E exatamente por isso confiei nele.
Confiei em quem não merecia a minha confiança!
Sou feita de carne, ossos, músculos, desejos, verdade e amor no coração!
E exatamente por isso confiei nele.
Confiei em quem não merecia a minha confiança!
Erro
meu, não dele.
Ele é só um povero diavolo solitário e infeliz que não pensa no que fala e não sente o que expõe. Uma pessoa que vive em negação e precisa afirmar-se superior aos outros homens para não se sentir tão mesquinho e, literalmente, impotente perante uma mulher que também é fogo!
Ele é só um povero diavolo solitário e infeliz que não pensa no que fala e não sente o que expõe. Uma pessoa que vive em negação e precisa afirmar-se superior aos outros homens para não se sentir tão mesquinho e, literalmente, impotente perante uma mulher que também é fogo!
Se
existe algum erro que podemos cometer em fases ruins, esse erro é confiar no
que estranhos nos falam.
Mas
daí a desconfiar de todos, significaria que somos nós os infelizes sociopatas.
Não,
eu não gosto de todos os seres humanos que a vida me apresenta, mas também não
desconfio de todos, tal qual o faz o cidadão em questão. O cara que fez pouco
caso da minha fé na humanidade!
Posso
ser impulsiva e intensa e posso perdoar impulsividade e intensidade, mas não
sou mentirosa, falsa e covarde, portanto sim, eu ainda acreditarei que existe,
neste mundo, pessoas confiáveis, tal como eu sou confiável.
Não
estou sozinha no mundo.
E,
você que me lê, também não está só!
No
fundo estamos aqui, persistindo e lutando, um dia de cada vez. Nos enganando, confiando e nos decepcionando, mas não enterrados no limbo da desconfiança e da falta de desejo pela vida, pelo amor e pela paixão!
Nós não fomos corrompidos pelo rancor, pelo medo, pelo comodismo e pela
prostração acovardada daqueles que julgam quem está dançando na vida, mas nunca
se levantam para bailar[1]!
Cláudia
de Marchi
Brasília/DF,
09 de setembro de 2019.
[1] “E aqueles que foram vistos dançando foram
julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música”. Friedrich
Nietzsche
sexta-feira, 6 de setembro de 2019
Filhos e casamentos.
Casamento e filhos.
Meus pais alinhavaram a sua separação em 2007.
Há muitos anos eu percebia que o casamento deles não estava muito bem, nem muito bom, mas eu era jovem demais para crer no que eu percebia por instinto.
(Afinal, com tal idade eu sequer sabia que existiam instintos nessa vida!).
Eis que, após 27 anos de casada, em 2007, minha mãe deu seu grito de alforria em que pese dependesse financeiramente do meu pai que lhe impôs o fim da sua carreira como professora tão logo se casaram e planejaram essa “lindezura” (fui bem planejadinha!) que vos escreve.
Como para toda menina, meu pai foi, por anos o meu herói. Um exemplo de hombridade e perfeição, apesar dos seus pesares que, no meu caso em específico, nunca deixei de notar. Quando ele ascendeu na carreira, quando estava com um caminhão quitado e outro novinho, montado, lindo e belo, quando ele tinha seus 40 e poucos e aos, não mais os 30 de quando se casou, encontrei no Scania novo dele um fio longo de cabelo loiro.
Meus cabelos eram longos, tinham fios castanhos, em sua maioria e alguns mais claros, porém, obviamente, com 14 anos eu não era “oxigenada”.
Achei aquele fio de cabelo enquanto ele fazia a revisão do caminhão: recém havia voltado de Buenos Aires para Uruguaiana, onde moramos por lindos anos.
Não, eu não contei para a minha mãe, porque apesar de sagaz eu não tinha prova alguma. Todavia, aquilo rompeu algo em mim: “traição não é só coisa de novela!”.
Senti-me paranoica, mas a vida seguiu.
E seguiu tão rápido, que nem percebi. A vida é assim: voa, deixando-nos claro quão urgente ela é!
Por distância e descaso, num telefonema minha mãe disse que queria o divórcio. Eu estava advogando, fazendo a melhor especialização do RS (na época), escritório montado, mas mal e parcamente me sustentando, ademais recém havia conhecido um namorado- meu ex-marido- que era bem complicado, mas, naquele momento nada era pior do que estar com meus pais e vivenciar minha vida na minha casa.
Por tudo isso, me joguei de cabeça naquela relação para não encarar a imensa decepção de ver o meu “casal ideal” romper com o casamento quando eu achava que eles iriam curtir a vida viajando pelo país enquanto eu advogaria na capital do planalto médio gaúcho.
Eu queria um novo começo.
Eu queria me casar! (...)
E uma mulher imatura, bonita e inteligente, quando quer casar com alguém, vale-se de ardis e consegue o que deseja.
No fundo, aquela paixão se baseou na minha necessidade de fuga. Necessidade que tanto a “dona” Joceli, quanto o “seu” Hilário me causaram.
Ora, por que se divorciarem quando ela nem mais podia voltar a lecionar? Por que ela, ciente da ausência dele, não requereu a separação antes? Ora, por que esperarem eu me formar para fazerem o que desejavam fazer antes? Queriam que eu fosse um arrimo financeiro? Seria isso? Diante de tanta dor, eu me perguntava: por que deixaram tanto tempo passar?
Não sei, até hoje, a razão!
Digo, porém que da minha mãe, não foi nada disso.
Por outro lado, no primeiro dia após a separação ser anuída, ouvi do meu pai que ele queria separar-se desde quando eu tinha 10-11 anos.
11 aninhos!
E ele achou muito “nobre” me dizer que aguentou o casamento em prol do meu “psicológico”!
Ha- Ha- Ha!
Ele estraçalhou com minhas crenças, com minha fé no casamento carreado no amor, na sintonia e nas afinidades.
Ele me deixou perdida e ela também, afinal por que não se separou quando ainda podia continuar na sua profissão (magistério) ou dedicar-se a outra? Ora, desde sempre a dependência econômica escraviza!
Pois, perdida, quanto a isso, estou até hoje e toda vez que ouço um macho qualquer dizer que não deseja separar-se para “não magoar” seus filhos eu percebo a sua leviandade, imaturidade ou, talvez malandragem: todos os filhos irão se decepcionar, chorar, frustrar e espernear, tendo eles 6 ou 46 anos.
Aliás, quanto maior o tempo da “união entre o casal” mais difícil é, para os filhos, aceitarem que o casal não é mais casal e virou lenda!
Isso é errado?
Não, nada disso é errado.
Errado é permitir que seus filhos cresçam achando que “papai e mamãe” se amam e vivem um relacionamento perfeito quando, no fim, os dois só estão juntos para manter as aparências perante os filhos, a família e, claro, a sociedade, sempre tão vil, superficial e hipócrita.
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 06 de agosto de 2019.
Sobre intenções e mágoa.
Sobre intenções e mágoa.
“Eu não queria te magoar...”. Mas, magoou.
“Eu não queria te fazer mal...”. Mas, fez.
“Eu não queria te enganar...”. Mas, por palavras ou atos, enganou.
Sabem o que existe em comum entre essas frases, além da negação do óbvio? São ditas por pessoas afetivamente egoístas cujo pedido de desculpas serve mais para aplacar a sua culpa do que para reparar o estrago feito. E estragos não carecem de vontade deliberada para que ocorram.
Tenho repulsa ao “essa não era a minha intenção”. Ouve a exposição ao risco e, no frigir dos ovos, a pessoa privilegiou o seu ego e a sua vida. Todo santo dia em todo lugar do mundo tem alguém ferindo o outro sem intenção e, ainda, esperando que ele lhe perdoe e seja afável, afinal foi “sem querer” que ele fez o que fez.
E aqui eu não coloco em cheque a intenção negada, apenas afirmo que a ausência dela não torna nenhum ato irresponsável e imprudente menos repreensível e triste. Ora, humanos! Há de se pensar antes de agir, antes de falar, antes de tocar uma alma e permitir que ela se abra com você. Respeito aos sentimentos alheios, respeito ao próximo é o que significa responsabilidade afetiva e se você for uma pessoa realmente boa, não terá paz sem praticá-la.
Enfim, foda-se se você não tinha intenção de fazer tal coisa ou dizer algo: você fez, você disse e isso é responsabilidade sua! Cada pessoa nesse universo está passando por alguma fase e, atualmente, ninguém minimamente sensível está plenamente bem, logo, custa o que ter empatia? Custa o que respeitar a história do outro antes de falar o que não pode cumprir e passar cheques afetivos desprovidos de fundos? Vejo muito disso por aí e sinto nojo, muito nojo de quem, em perfeito estado de consciência, magoa e ilude “sem querer”. Ora, você tem um cérebro, você é resultado de bilhares de anos de evolução: segure a sua língua e ações e, quando for errar de novo, tenha ao menos a coragem de “fazer por querer” e seja menos leviano!
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 05 de agosto de 2019.
terça-feira, 3 de setembro de 2019
Sobre elogios, silêncios e atos que se fazem por amor e inteligência emocional.
Eu sempre fui uma pessoa que valoriza aquilo que engrandece, que agrada e enaltece quem eu amo, porque sei o quão importante é a opinião de quem nos ama para desenvolvermos uma boa relação e cultivarmos o amor.
Desde crianças somos educados para sermos corretos e justos, todavia agimos sempre de forma correta e não ouvimos nenhum mísero elogio, porém, quando “resvalamos” em alguma regra, somos criticados, pisoteados e menosprezados.
Este hábito dos adultos sempre me enojou!
Obviamente eu não amo tudo em quem está ao meu lado, mas eu sei que essa pessoa precisa se amar mais e mais e, portanto, enalteço cada pedacinho seu!
Se eu amo, o que me custa agir com abnegação e doçura? Isso iria macular minha franqueza? Jamais! De nada adianta ser sincero se isso fere o outro, de nada adianta omitir o que se pensa para não pagar de “mentiroso” se isso deixa o outro frustrado ou inseguro.
E sim, quando amamos alguém queremos ser por ele admirados, desejados, acarinhados e elogiados. Do contrário convém ficarmos com quem nos dá o carinho que precisamos, com quem valoriza a nossa curvinha mais íntima até nossos duros e delicados glúteos, ainda que nenhum amor brote dessa relação!
Negar elogios em prol da sinceridade e da “não falsidade” não é importante, menos ainda "grandioso" e admirável, digno e necessário é não dizer que sonha com algo que, por covardia ou prostração, jamais irá realizar, admirável é não cultivar no outro esperança de amor e paixão!
Isso é abjeto, nojento, cruel, falacioso e asqueroso, o resto é humanidade, prezar, prazer, desejo e franqueza!
Ocorre que o mundo está repleto de pessoas inaptas para o bem viver da paixão.
São pessoas ocas seguindo suas vidas igualmente ocas e previamente planejadas.
Eu tenho pena.
A
P
E
N
A
S
P
E
N
A!
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 04 de setembro de 2019.
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 04 de setembro de 2019.
quinta-feira, 22 de agosto de 2019
Uma "Cláudia" acompanhante de luxo!
Eu levo sexo a sério!
Sempre levei.
Nunca fui o tipo de mulher que tem “ficantes”, por exemplo.
Sempre gostei de ser cortejada, agradada e mimada.
Quando, porém decidi não mais namorar ou casar-me novamente, passei a pensar a ideia de tornar-me acompanhante de luxo.
Mas, claro, uma “Cláudia de Marchi" acompanhante de luxo, não mais uma “profissional” no “meio” da prostituição.
E o que seria uma “Cláudia" acompanhante? Ora, uma mulher inteligentíssima e bem resolvida que cobra acima da média para não agir profissionalmente nunca. Uma mulher que preserva a própria segurança e se dá ao direito de dar quantos foras forem necessários, mas jamais finge apreço ou prazer por homem nenhum.
Uma mulher que não “atende” vários caras num dia ou numa semana, mas que transa com quem lhe cativa!
Eu não tenho o dinheiro como objetivo principal em nada na vida, inclusive acho que são muito pobres os humanos que, independente do saldo bancário, só pensam no vil metal em detrimento do próprio brio, honra, vergonha na cara e dignidade.
Por ser o tipo de mulher que nunca foi “facinha” eu acho o fato de um cara dispor-se a pagar R$ 850,00 para ficar uma hora comigo algo bastante galante, fino, quase que beirando ao “romantismo” nesse mundo insano em que muitas mulheres transam com homens que sequer um sonho de valsa lhes dá para agradar-lhes e conquistar-lhes, aliás, pouco ou nada se pratica em matéria de “jogo de sedução” na atualidade.
São tempos de relacionamentos líquidos, segundo Bauman. E eu não curto nada líquido que não seja molhado!
“Mas que jogo de sedução existe em ser acompanhante de luxo?”.
Ora, para ter a companhia de uma “Cláudia acompanhante de luxo” o portador de testículos tem que fazer coisas que muitos homens não fazem por suas ficantes (leia-se, pelas mulheres com quem transam gratuitamente sem compromisso): primeiro, precisam ler a meu respeito! Precisam mostrar-me que tiveram uma curiosidade tal que acessaram meu site, se informaram e que, portanto, querem marcar um encontro comigo e, ao final, ainda desejam pagar-me!
Há nisso respeito e honraria que não se encontram nas relações interpessoais atuais, seja em Tinder, seja em baladas, seja em qualquer local destinado a paquera.
Eu não sou narcisista.
Mas eu gosto mesmo é de ser admirada e desejada!
Sinto isso mais agora, sendo cortesã, do que senti na maioria dos meus relacionamentos amorosos e, tenho certeza, se a maioria das mulheres deixarem o ego de lado e analisarem friamente as relações que estabelecem com seus “contatinhos”, elas irão concordar comigo.
Mas como praticar a humildade é coisa de espíritos grandiosos, a maioria delas se ressente de mim e escreve mensagem espúria tentando me ofender, porque eu tive coragem de me impor de cara aberta para o mundo e ter prazer com o que e com quem também me dá lucro, prezar e admiração.
sábado, 10 de agosto de 2019
Sou pérola, não me "dou" à porcos!
Sou pérola, não me "dou" à porcos!
Haja vista que, apenas no dia 04/08 eu já estava devendo 30 kg de alimentos não perecíveis, posto ter bloqueado, entre o dia 31/07 e tal data, 10 pseudohomens, revolvi não contabilizar (no cronômetro dos machos rejeitados) aqueles que me dão "oi", "bom dia" ou "bom qualquer coisa" cuja aparência, de imediato, me causa repulsa e que, portanto, bloqueio de imediato.
Recebo muitos "oi, tudo bem?" por dia. Claro, em sua maioria sem pontuação e nenhum respeito a língua portuguesa. São mensagens imediatamente rechaçadas, enfim.
Coloco aqui, portanto, os contatos mais imbecís que recebi entre segunda-feira, dia 05/08 e hoje, sábado, 10/08:
O argentino acima, não dista nada dos bípedes circunstanciais brasileiros.
Aliás, eu nunca fui fã de estrangeiros, nunca fiz a mínima questão de ter-lhes como parceiros e, menos ainda, de mudar-me do Brasil para ser acompanhante noutro país: aqui, onde eu sou cidadã, o machismo e a misoginia que enfrento são grandes, não esperaria nada melhor noutra nação.
Ademais, sei o quão objetificada a mulher brasileira é pelos estrangeiros, sendo assim demonstro a minha má vontade falando no meu idioma, afinal, quem está no meu país é ele.
O cabra aí em cima falando cheio de si, até parecia ser um homem razoável e de Q.I. mediano, minimamente informado, mas não, além de burro era daqueles advogados mal sucedidos que sentem uma imensa necessidade de dizer que "é meu colega", como se ser advogado significasse uma grande coisa nesse país.
Miserável!
Esses abaixo foram recebidos na manhã de ontem, sexta-feira. Sendo esse primeiro um "oi" sem mais nem menos por parte de um cara fisicamente atraente que, há dias, fez o mesmo e que, acidentalmente, não bloqueei, apenas deixei no vácuo, na vã e inocente crença de que o cabra iria se tocar e, caso me procurasse novamente, conseguisse o mínimo: formular uma frase de forma educada e objetiva.
Ao que se vê o indivíduo é incapaz disso.
Coitado!
E o que dizer desses energúmenos abaixo?
Tendo o meu site em suas fuças, tendo detalhes no anúncio eles não prestam-se a se informar direito.
Sabe, vou confessar-lhes algo, já que a seletividade e a baixa rotatividade de parceiros sempre foram os meus diferenciais (além de outros deliciosos que só quem me conhece pessoalmente e na cama afere!): eu sinto nojo desses caras que me contatam sem que tenham usado seu tempo para ler minimamente sobre mim.
Tenho a impressão de que são homens vulgares que só procuram 3 buracos para meter. Veem um corpo, acham atraente e querem pagar para "comer", pouco se importando se a infeliz que será "comida" é daquelas que, descriteriosamente, recebe 3 ou mais homens por dia em seus lençóis, se ela é daquelas que, estilo "Bruna Surfistinha", se droga, bebe e fica lá de quatro gemendo, fingindo orgasmo e olhando para o relógio.
Tenho asco por esses homens que, por não se informarem bem, parecem não se importar com a "salubridade" da residência da acompanhante e, logicamente, com sua higiene e capricho.
Logo, sempre que esses caras desinformados me chamam eu penso que eles são PORCOS.
Nada além de porcos.
E eles são maioria, logicamente!
E sim, prezados machistas e misóginos que de mim só tem desprezo: minha boceta é de ouro, meu anal é fora de série, minha inteligência é ímpar, meu corpinho é de 17, meu rostinho de 27 e todo prazer que aprendi a ter e a dar em 37 aninhos de vida eu só concedo a quem tem fineza, classe e inteligência. Foi assim nesses 3 anos em que sou cortesã, continuará assim pra sempre!
Tenho amor próprio e autorrespeito suficientes para querer boa companhia e sexo bom com homens seletivos que NÃO querem enfiar seu pênis em qualquer pedaço de carne.
Acima, outro exemplo de idiota querendo uma "foda" antes das 09 horas da manhã de uma sexta sem sequer ter se dado ao trabalho de ler as informações acerca da mulher cujo telefone ele encontrou na rede.
Na mesma rede onde há um site com seu nome completo.
Nome de batismo. Isso sem contar as matérias disseminadas no Brasil e fora, livros e etc.. Basta colocar meu nome no Google.
Nem pra isso esses porcos servem.
Ontem à noite, fui "vitimada" com esse senhor:
O comentário acerca da campanha foi idiota, mas o que me irrita é que, num anúncio esmiuçado, onde falo que preciso gostar da aparência do pretenso parceiro, um cara velho, obeso e feio, sente-se à vontade para escrever-me numa linda noite de sexta-feira.
Falta de espelho ou de bom senso?
Menosprezo ao que leu ou falta de leitura?
Desrespeito a acompanhante ou carência de educação e classe?
Não sei, sei que trata-se de mais uma "dispensa", apenas porque o macho não se deu ao trabalho de ser os meus critérios.
Enfim, caros leitores, essa mulher aqui é uma pérola! E como tal, não se jogará aos porcos, ainda que tenha necessidades financeiras, como qualquer cidadão vivendo no Brasil em tempos de crise.
Eu perco tudo, quiçá até a vida, mas jamais perderei a minha dignidade transando com qualquer homem em prol do vil metal.
Prefiro sumir deste planeta e dessa vida.
Deixo fotos "peroladas" para "perolar" o seu final de semana!
Sobre a campanha de arrecadação de alimentos e seguindo o cronômetro de machos rejeitados, devo, nesta semana, 15 kg de alimentos não perecíveis (já que não conto mais os meros "ois") graças aos porcos que me procuram.
E me extenuam.
Me extenuam muito.
O que há de melhor na minha vida são meus parceiros sexuais, alguns amigos, são os meus encontros, todos, sempre bem sucedidos. O que me faz sair do eixo, no entanto, além do Brasil e do seu governo fascista, são esses animais que me contatam.
E, sobre resistência, uma foto:
Cláudia de Marchi
Brasília/DF, 10 de agosto de 2019.
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